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30/08/2007 - paraiba.com.br Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Nome de vítima em vôo da TAM é usado em golpe, diz jornal


Uma das vítimas do acidente da TAM, que ocorreu em 17 de julho, foi alvo de uma tentativa de fraude no Rio de Janeiro. O nome da vítima foi usado para obter o financiamento de um veículo utilizando o nome de uma das pessoas envolvida na tragédia que abalou o País. As informações são do jornal “Metro”.

De acordo com a reportagem, a fraude foi descoberta depois que o crédito já estava aprovado. O fraudador procurou uma concessionária no Rio e pediu o negócio. Uma primeira financiadora descobriu e negou a verba, mas o funcionário da loja sugeriu que outros bancos fossem consultados. Outra financiadora consultou o nome do “comprador” e aprovou o repasse após ver que ele tinha perfil alto.

A fraude foi impedida na concessionária. Consultores de outros bancos alertaram a financiadora, que checou na internet a lista de vítimas do acidente e viu que o comprador se tratava de uma delas. Segundo o jornal, o fraudador segue em liberdade.

O acidente com o Airbus da TAM deixou 199 vítimas. Quatro vítimas ainda não foram identificadas, sendo um desses nomes usado na tentativa de fraude.

Acidente da Gol - No início de agosto, uma reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo” denunciou que as vítimas do acidente com o avião da Gol, vôo 1907, tiveram documentos e pertences roubados. Segundo o jornal, familiares das vítimas do acidente, ocorrido em setembro de 2006, não receberam de volta documentos importantes como carteiras de identidade, de motorista e CPF. Em muitos casos, bolsas e carteiras voltaram com carteirinhas de clubes e até mesmo talão de cheques ou dinheiro, mas nenhum documento.

Também sumiram relógios, alianças e outras jóias, além de celulares. Em pelo menos um caso, o documento de uma vítima foi usado para abrir um financiamento falso em uma empresa de Brasília para a compra de um carro. Em outro, celular foi encontrado em um bairro da periferia do Rio de Janeiro.

Na época, o ministro da Defesa, Nélson Jobim, exigiu que as denúncias fossem "definitivamente apuradas". Jobim afirmou que não acredita que pessoas da Aeronáutica que trabalharam no resgate dos corpos pudessem estar envolvidas neste problema.

O resgate dos corpos no interior de Mato Grosso, onde caiu o avião da Gol, foi coordenado pelo Comando da Aeronáutica. Mas, antes as equipes de resgate chegarem ao local, moradores da região e índios chegaram à região e foram, inclusive, os responsáveis por dizerem o ponto exato onde estava a aeronave.

Além da Aeronáutica, a própria companhia aérea Gol e a Blake Emergency Services, empresa inglesa contratada para fazer o serviço de desinfecção e higienização de todos os pertences, também, manusearam os objetos, que ainda foram encaminhados ao Ministério Público, de acordo com a Aeronáutica.

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