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29/06/2011 - Paraná Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quase R$ 1 mi desviado de contas judiciais

Por: Fernanda Deslandes


Cinco pessoas, entre elas dois advogados, foram presas acusadas de desviar aproximadamente R$ 1 milhão de contas judiciais na 2.ª Vara Cível de Curitiba. Dois integrantes da quadrilha permanecem foragidos.

A investigação da Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas (DEDC) apontou que a quadrilha, há dois anos, escolhia ações que geravam quantia alta. Os advogados Ioneida Ilda Veroneze e Luiz Fernando Cachoeira faziam petições, e os funcionários da Vara Douglas Teodoro de Souza e Everson Ricardo Prussak formulavam um alvará, que era colocado em meio a uma pilha de documentos para serem assinados por um juiz.

O alvará determinava a transferência do dinheiro das contas judiciais para contas abertas em nome de laranjas, identificados como Dejacir dos Santos Rodrigues, Luiz Marcelo Seer, e a mãe de Luiz Fernando, Neusa Brocchier Cachoeira.

Assim que o dinheiro era transferido, era distribuído entre os componentes do grupo. “Os juizes eram induzidos ao erro. Foram eles que denunciaram o caso para a polícia”, explica o delegado Cassiano Aufiero, titular da DEDC.

Enganados

Os advogados, de acordo com o delegado, forjavam procurações das empresas responsáveis pelas ações para que fossem apresentados como os novos advogados do caso.

Dessa maneira, o andamento da ação não seria mais informado aos responsáveis pelos processos. Ioneida, Luiz Fernando, Douglas, Dejacir e Neusa foram presos em Curitiba e Pinhais.

A operação teve apoio da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR), da Divisão de Crimes contra o Patrimônio (DCCP), da Vara de Inquéritos Policiais e Promotoria de Inquéritos Policiais, além de acompanhamento de promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.

Os presos foram autuados por apropriação indébita, falsificação de documento público, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, estelionato e peculato. Luiz Marcelo e Everson permanecem foragidos. As investigações continuam para apurar se existem outras pessoas envolvidas nos desvios.

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