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01/07/2011 - Jornal Cruzeiro do Sul Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha de falsificadores e estelionatários é condenada

Por: Rosimeire Silva


Pouco mais de um ano depois do desmantelamento de uma das maiores quadrilhas de falsificação e estelionato, presa em Sorocaba no dia 5 de maio de 2010, os treze acusados de envolvimento no crime foram condenados a penas que variam de cinco a sete anos de detenção em regime fechado. A sentença, em primeira instância, foi dada pelo juiz da 4ª Vara Criminal de Sorocaba, César Luís de Souza Pereira. Apenas um dos condenados, Cloves Messias de Brito, considerado um dos líderes da quadrilha, permanece foragido.

Os outros envolvidos já estavam detidos por mandado de prisão temporária, com exceção de Renato de Almeida e David de Oliveira Dias, que atuam na aplicação dos golpes, que aguardavam o julgamento em liberdade e terão a prisão decretada. Os demais condenados são Claudeci Domingos Simões, Maurício Teixeira, Luiz Carlos Coelho da Silva, Rogério Luiz Rocha, Dimais Benedito Canduzin, César Alexsandro Ribeiro Homem, Artur Emílio Ferreira Barbosa, Adilson Gasparino da Costa, Marcelo César Morais de Diogo Estefano Rosa Jerônimo.

A atuação da quadrilha começou a ser investigada pelo Grupo Antissequestro de Sorocaba (GAS) em 2009, sendo que até a sua prisão, em maio de 2010, o grupo foi responsável por um prejuízo equivalente a R$ 2 milhões referentes a transações ilícitas. Os estelionatários aplicavam os golpes a partir da utilização de cartões de clonados, de crédito e débito, e documentos falsificados, que eram utilizados para a contratação de empréstimos consignados em nome de aposentados da Previdência Social e "fantasmas". A polícia chegou a descobrir a existência de um "laboratório especializado", que era utilizado pela quadrilha para a confecção de cartões de créditos clonados e os documentos falsificados.

Com base no relatório da sentença, a investigação teve início a partir de uma denúncia da operadora de cartões de crédito Sorocred, que desde 2009 teria recebido mais de seis mil consultas sobre o uso de cartões de crédito clonados em seu sistema de "call center", sendo que a maior parte dessas consultas vinha de seis números de telefones. A partir da quebra de sigilo telefônico dessas linhas, a polícia conseguiu chegar até os envolvidos no esquema e desmantelar a quadrilha.

Claudeci Domingos Simões, vulgo Simão, considerado o mentor de todo o esquema, era quem desenvolvia o sistema que permitia colher os dados dos cartões, a partir de uma aparelho conhecido como "chupa-cabra", que depois eram inseridos nas tarjas magnéticas de outros cartões para serem utilizados em estabelecimentos comerciais. Quando foi preso, Simão estava num hipermercado da zona norte de Sorocaba, onde se preparava para um novo golpe.

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