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24/06/2011 - pernambuco.com / O Globo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF vai investigar ação de hackers em sites do governo


Dois dias após o íncio de uma série de ofensivas hackers contra sites do governo, a Polícia Federal (PF) afirmou que abriu uma investigação para apurar os responsáveis pelo ataque aos sites da Presidência da República, do Senado e da Receita Federal, entre outros órgãos. Os agentes reclamam que terão dificuldades para propor a punição dos hackers, porque não existe lei especifica que classifique como crime a invasão de domicílios na internet.

Para a PF, a alternativa será indiciar os invasores no artigo 265 do Código Penal. Pelo artigo, é crime "perturbar" serviço de utilidade pública.

Com a brecha na legislação, a polícia vê no ataque dos hackers um motivo a mais para se votar o projeto de lei 34/99, em tramitação na Câmara. O texto tipifica o crime de invasão de sites e estabelece penas mais rigorosas para este tipo de fraude.

Sites do IBGE e MinC sofrem ataques, Infraero sai do ar mas nega tentativa de invasão

O site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Minstério da Cultura (MinC) foram atacados por hackers nesta sexta-feira. A primeira ofensiva ocorreu às 4h, no site do IBGE. O segundo, durante a manhã, entre 7h e 8h, no site do MinC. Por volta das 14h desta sexta-feira, internautas não conseguiam acessar o site da Infraero, onde são divulgados atrasos e cancelamentos de voos. A empresa nega ataque hacker.

O Ministério dos Esportes, alvo na última quinta-feira, afirma que os dados vazados sobre fraudes no repasses de recursos para os estados onde haverá jogos da Copa de 2014 são falsos. Um levantamento prévio mostra que o órgão sofreu duas tentativas de ataque.

A Petrobras, alvo de outra tentativa de invasão na última quarta-feira, afirma que está investigando a denúncia de que dados pessoais de seus funcionários teriam vazado.

O acesso ao site da Infraero foi retomado por volta das 14h50min, mas continua instável. Segundo a instituição, o site estava em manutenção preventiva e não sofreu ação de hackers. Caso o site volte a apresentar problemas, os passageiros devem se informar nos sites ou telefones das próprias companhias aéreas.

Assessoria do MinC informou ao G1 que, no horário mencionado, foi detectada uma sobrecarga de acesso causada por apenas um IP. "A ameaça foi detectada e logo neutralizada", disse a assessoria. O coordenador de infraestrutura tecnólógica do MinC, Hugo Gois Cordeiro, informou que o IP era do Brasil e que tudo indica que hackers tenham tentado derrubar o sistema do ministério. Entretanto, de acordo com a pasta, não houve nenhum dano.

Na página do IBGE, foi publicado um texto de nome "IBGE Hackeado - Fail Shell", e uma imagem com um olho representando a bandeira do Brasil que aparece acima. Após o ataque, a página ficou inacessível. Segundo o IBGE, o site foi retirado do ar para reforçar a segurança e fazer a manutenção. Os hackers se apresentaram como um grupo nacionalista e deixaram a seguinte mensagem:

"Este mês, o governo vivenciará o maior número de ataques de natureza virtual na sua história feito pelo Fail Shell. Entendam tais ataques como forma de protesto de um grupo nacionalista que deseja fazer do Brasil um país melhor. Tenha orgulho de ser brasileiro, ame o seu país, só assim poderemos crescer e evoluir!. Atacado por FIREH4CK3R. Brasil, um país de todos! Não há espaço para grupos sem qualquer ideologia como LulzSec ou Anonymous no Brasil".

Ainda na manhã de sexta-feira, horas depois da ofensiva, a página do IBGE na internet ficou inacessível, e as mensagens foram retiradas.

"O site do IBGE sofreu uma invasão na madrugada e agora decidimos retirá-lo do ar para uma análise melhor pela diretoria de informática", afirmou à Reuters a chefe de comunicação do instituto, Sílvia Maia. Segundo ela, o banco de dados do IBGE não foi afetado. Em nota oficial, "o IBGE assegura que o banco de dados de todas as pesquisas está preservado já que não foi atingido pela ação de hackers". Ainda de acordo com o instuto, a página está "temporariamente fora do ar", para manutenção.

Já Petrobras informou por meio da assessoria de imprensa, que está verificando, neste momento, se houve de fato vazamento de informações sobre seus funcionários na internet.

O grupo hacker LulzSecBrazil, que reivindica o ataque à companhia e deixou o site da Petrobras fora do ar por cerca de 20 minutos, divulgou nesta sexta-feira em uma rede social um arquivo que teria sido retirado de computadores da corporação, com informações pessoais de empregados da empresa.

Ministério dos Esportes diz que dados vazados são falsos

Um diagnóstico elaborado pelo Ministério do Esporte mostra que o site do órgão sofreu duas tentativas de invasão só nesta semana: uma na quarta-feira e outra na quinta pela manhã. Segundo o ministério, não houve acesso aos dados do site, e as informações divulgadas na internet pelo Lulz Security Brazil sobre repasses de recursos para os estados onde haverá jogos da Copa de 2014 são falsas.

O Ministério do Esporte disse ainda que vai enviar nesta sexta-feira um relatório para o Serpro, que processa parte dos dados do ministério - aqueles que são sigilosos e envolvem a troca de informações com a Presidência da República.

O grupo também divulgou dados pessoais da presidente Dilma Rousseff e do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Kassab negou em três mensagens no Twiiter reagindo à ação dos hackers.

Em uma delas, o prefeito de São Paulo disse que é "lamentável a ação de hackers que invadem a privacidade e causam problemas às pessoas".

Segundo fontes do governo, número de documentos pessoais da presidente Dilma Rousseff, que estão circulando na internet, não foram obtidos nos sites oficiais. Podem ser conseguidos em cartórios eleitorais, tribunais eleitorais e em vários documentos que podem ser baixados da internet,como prestação de contas e relatórios.

Sites do governo são o principal alvo de hackers

Endereços virtuais do governo brasileiro foram alvo de ataques também reivindicados pelo Lulz Security Brazil nesta quinta-feira. Hackers tentaram invadir os sites da Presidência da República, da Secretaria de Imprensa da Presidência, do Senado e do Ministério dos Esportes. Segundo uma porta-voz do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a ação não foi para roubar dados.

A Presidência informou que foram feitos serviços de manutenção em alguns sites do governo para deixá-los mais seguros contra acessos de hackers.

O canal de comunicação pela internet usado pelo Lulz Security Brazil foi fechado por volta das 22h de quinta. A decisão foi tomada pelos administradores da rede que também hospeda o canal usado pela operação do LulzSec original. O site do coletivo LulzSecBrazil voltou ao ar horas depois de ser derrubado pelo serviço de hospedagem por conta do material ilegal, fruto dos ataques a sites do governo. Entretanto, a página de se encontrava fora do ar novamente, na manhã desta-sexta-feira.

O grupo de hackers afirmou no seu perfil no Twitter @LulzSecBrazil na quinta-feira que copiou dados protegidos no site do ministério dos Esportes, mostrando supostas diferenças entre contribuições e recebimentos de dinheiro do governo federal em Estados que serão sede dos jogos da Copa do Mundo, em 2014.

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