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22/06/2011 - Angola Press Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PGR associa lavagem de dinheiro a crescimento do sector imobiliário


Maputo - O Procurador-Geral da República (PGR) de Moçambique, Augusto Paulino, admitiu que a expansão do sector imobiliário de luxo no país é financiada pela lavagem de dinheiro proveniente de actividades ilícitas, lamentando a inação no combate ao crime organizado.

Augusto Paulino considerou que a economia moçambicana ainda não gera rendimento suficiente para sustentar o crescimento imobiliário que se verifica nas cidades moçambicanas, durante uma aula na Academia das Ciências Policiais de Moçambique (ACIPOL).

"É provável que os negócios imobiliários em Moçambique estejam a ser usados para a lavagem de dinheiro. A economia moçambicana é muito pequena para sustentar as construções do tamanho das que estão a florescer nas principais cidades, principalmente na capital", afirmou Augusto Paulino.

O procurador fez essa afirmação segunda-feira e citado hoje pelo semanário Canal de Moçambique.

Sem referir directamente a origem supostamente criminosa do dinheiro que está a financiar o "boom" imobiliário a que se assiste actualmente em Moçambique, Augusto Paulino admitiu que o país pode estar a ser usado como ponto de trânsito do tráfico de drogas, armas e pessoas, considerando estes crimes os mais lucrativos no mundo.

"Moçambique não tem capacidade para ser mercado de grandes quantidades de drogas ilícitas, mas parece estar a ser usado como rota do tráfico", acrescentou o PGR moçambicano, citando casos de apreensão de droga no país, para suportar essa possibilidade.

Augusto Paulino lamentou a inacção de muitos países no combate ao tráfico de estupefacientes, associando essa inércia com o esforço de prevenir a má imagem do país, como mercado ou ponto de trânsito de drogas.

Novos hotéis de luxo, prédios e apartamentos para residências e escritórios estão em construção nas principais cidades moçambicanas, sobretudo em Maputo.

Vários relatórios nacionais e internacionais têm apontado Moçambique como um entreposto de drogas para África Austral e Europa.

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