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21/06/2011 - Portal Arcos Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Maior apreensão do ano de notas falsas em MG

Vindo do Paraguai, material tinha até modelo novo criado para evitar fraude. Homem de 30 anos foi preso com R$ 50 mil em cédulas de R$ 50 falsificadas.

A Polícia Federal realizou nesta segunda-feira (20) a maior apreensão de notas falsas do ano em Minas. Apontada também como uma das principais ações da história da corporação contra a circulação clandestina de cédulas no Estado, os policiais prenderam um homem de 30. Ele foi interceptado na BR-381, em Betim, na região metropolitana da capital, ontem à tarde, quando chegava com R$ 50 mil em cédulas de R$ 50 falsificadas. O material estava em uma pasta no banco traseiro do Tipo que o suspeito dirigia.

A polícia acredita que o suspeito seja o braço-forte de uma organização internacional de falsificação de notas com origem no Paraguai, onde as cédulas fraudadas são produzidas. As notas, segundo o chefe da Delegacia de Combate a Crimes Fazendários, Marinho Silva Rezende, seriam distribuídas na região metropolitana da capital. A Polícia Federal não descarta que o esquema também chegava a outros estados.

Os agentes se surpreenderam ao encontrarem entre o material apreendido pelo menos cem cédulas do modelo novo, que entraram em circulação há apenas seis meses no país, justamente com o objetivo de evitar fraudes. A qualidade do material clandestino, bastante semelhante às notas verdadeiras, também chamou a atenção dos investigadores. "A impressão é muito bem feita, em um papel muito parecido com papel-moeda. Era possível sentir até o autorrelevo. Somente pessoas que conhecem bem as notas conseguiriam perceber a falsificação imediatamente", alertou o policial.

Segundo o delegado Marinho Rezende, cabia ao técnico em eletrônica a função de buscar as notas falsas no Paraguai e distribuí-las em Minas. Aqui, o dinheiro era negociado com traficantes e com compradores avulsos. As cédulas chegaram a ser usadas pelo próprio indivíduo na compra de carros e motos. "Com uma nota verdadeira, era possível comprar de três a quatro notas falsas. Isso variava conforme a qualidade da falsificação", disse o delegado.

A suspeita é que o fraudador vinha agindo há pelo menos três meses. As investigações começaram a partir de denúncias feitas à Polícia Federal. O delegado explicou que, por meio de um banco de dados onde são cadastrados números de série de notas falsas apreendidas diariamente pelas polícias Federal, Militar e Civil, foi possível cruzar informações até se chegar ao suspeito, que passou a ser monitorado. "Ele já confessou que buscava as notas. Agora estamos trabalhando para identificar outros envolvidos", afirmou.

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