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19/06/2011 - Correio do Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Aumenta o número de cheques clonados em Campo Grande

Por: Fausto Brites e Laís Camargo


Verifique se não há rasuras na numeração do cheque e da conta bancária
Uma quadrilha estaria clonando cheques atuando não só em Campo Grande mas também em outros estados. Casos já foram levados ao conhecimento das autoridades e ocorrências têm sido registradas nas delegacias de polícia.

O esquema estaria ganhando proporções preocupantes e algumas instituições bancárias federais estariam sido as mais visadas

Seria uma conexão do crime, do qual participaria inclusive algumas gráficas, habéis falsificadores e até mesmo ladrões encarregados de furtar talões de cheques.

Registro

Em menos de duas horas, por exemplo, dois Boletins de Ocorrência foram registrados na semana passada. Cheques clonados se tornaram elementos comuns nos inquéritos policiais da Capital. Segundo o Delegado Pedro Espíndola, as denúncias da prática vêm aumentando. “Notamos também que em alguns casos, os cheques nem chegaram a ser retirados da agência bancária, o cliente nem emitiu o talão e ele já tinha sido clonado”, observa o delegado.

Investigações estão abertas, mas nesse tipo de crime econômico a demora é maior, devido à dificuldade de informação. “Temos que pedir quebra do sigilo bancário, isso leva tempo”, justifica Espíndola. Nos dois casos registrados na manhã de sexta-feira (17) o valor sacado pelo golpista é de R$ 1.800, ambos do banco Bradesco.

A.F, 89 anos, tentou descontar um cheque de R$ 574 e descobriu que a mesma lâmina tinha sido descontada na quinta-feira (9). Outra vítima foi J.C,L,, 51 anos, que observou em seu extrato bancário que um cheque preenchido para o supermercado de R$ 565 foi descontado com valor alterado. No caso dele, a assinatura não correspondia.

Quais os métodos utilizados na clonagem de cheques?

Cheque clonado 1: Uma folha de cheque verdadeira tem o nome e os números do RG e CPF originais apagados e substituídos por outras informações. Na prática, isso significa que uma pessoa com nome “sujo” pode utilizar o nome de outra (sem registro de débitos) em um cheque clonado para conseguir fazer suas compras. Assim, quando o comerciante informa o número do cheque, em consulta ao SCPC, o sistema pode não apontar problemas.

Cheque clonado 2: A imagem de uma folha de cheque é extraída e utilizada em impressoras de boa qualidade para imprimir folhas de cheque em nome de usuários verdadeiros ou não.

Cheque clonado 3: Alguns números de série do cheque são raspados e são aplicados outros números com adesivos.

Cheque clonado 4: Os números de série de cheques que foram extraviados ou roubados são retirados com bisturi. Depois, outra folha do mesmo banco é colada, modificando-se os números de série. Com a numeração trocada, uma folha de cheque que não estará bloqueada é criada.

Cheque clonado 5: Uma caneta cuja tinta pode ser apagada tão facilmente quanto um lápis é oferecida para o preenchimento do cheque. Depois, os criminosos só têm de apagar com uma borracha e alterar o valor.

Cheque clonado 6: Com um cotonete e um pouco de cândida (água sanitária), “lavam-se” os valores dos cheques. Depois é só escrever o novo valor por cima.

Cheque clonado 7: Aproveitam-se espaços em branco para adulterar o cheque. Oitenta reais pode, com a ajuda do número 1 na frente, virar R$ 180,00.A folha de cheque é cortada e a parte inferior (onde há assinatura) é aproveitada. Depois, é feita uma montagem colando-se a parte que falta de outro cheque.

Fonte: chequeclonado.com.br

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