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07/06/2011 - Monitor Mercantil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Apesar de controle da SEC, fraudes continua crescendo


Enquanto no Brasil casos de informações privilegiadas são raros, um dos poucos foi o da Sadia-Perdigão, nos EUA continuam a ser uma prioridade para o regulador do merado de capitais norte-americano, a Securities and Exchange Commission. No exercício financeiro de 2010 foram registrados 53 processos de informação privilegiada contra 138 indivíduos e entidades, um aumento de 43% em relação ao mesmo período do ano fiscal anterior.

De acordo com a SEC a maioria dos casos envolveu profissionais financeiros, gestores de fundos hedge, insiders, advogados e até mesmo os funcionários do governo que ilegalmente comercializavam informações não-públicas, comprometendo a igualdade de condições, que é fundamental para a integridade e funcionamento eqüitativo dos mercados de capitais.

Neste ano, já foram registrados sete casos desta natureza. O último foi registrado em maio, quando o ex-diretor da Nasdaq, Donald L. Johnson, obteve lucro de pelo menos US$ 755 mil durante um período de três anos com informações privilegiadas que ele desviava enquanto trabalhava em uma unidade de inteligência de mercado que se comunica com executivos de companhias listadas iminente sobre anúncios públicos que poderiam afetar suas ações.

Em abril foi a vez do Dr. Joseph F. "Chip" Skowron, um ex-gerente de carteira do fundo de hedge associada a um fundo de saúde FrontPoint Partners LLC. Com informações privilegiadas sobre os detalhes negativos de uma droga experimental que ele recebeu de um médico ele conseguiu evitar perdas de pelo menos US$ 30 milhões.

Também em abril, foi descoberto um esquema de informações privilegiadas envolvendo empresas, um advogado de Wall Street Trader, Mateus Kluger, um advogado da empresa, e Garrett Bauer, um trader de Wall Street. De acordo com a SEC, uma rede comercial muito bem organizada negociavam com antecedência de anúncios de fusões e aquisições envolvendo clientes do escritório de advocacia Wilson Sonsini Goodrich & Rosati. O esquema lucrou ilegalmente cerca de US$ 32 milhões entre abril de 2006 e março de 2011.

2010

No ano passado Arnold McClellan, ex-sócio da Deloitte Tax LLP, e sua esposa vazaram informações sobre fusão para membros da família, o que rendeu aproximadamente US$ 3 milhões em lucros ilícitos. No esquema, a família foram informados com a antecedência de pelo menos sete aquisições confidenciais planejadas pelos clientes da Deloitte.

Também em 2010, foi registrado um caso que envolvia e-mails codificados para tentar encobrir a fraude. Igor Poteroba, um banqueiro de investimentos do UBS Securities LLC, e outros dois no esquema lucraram aproximadamente US$ 1 milhão pelo comércio em frente de pelo menos 11 fusões, aquisições e outros acordos com empresas.

Mas o caso que mais rendeu aos processados foi o do irmãos Wyly. Os irmãos, quando Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração da um empresa, fizeram uma grande operação e alta em títulos que rendeu mais de US$ 31 milhões em lucros ilícitos. Ambos sabiam que a empresa decidiu colocar-se à venda.

Em 2009 o destaque foi para os casos Galeão. Nestes casos a SEC acusou 29 pessoas por abuso de informação em títulos de 15 empresas de geração de lucros ilícitos de quase US$ 90 milhões. A conduta ilegal envolvia Raj Rajaratnam e sua nova-iorquina de fundos de hedge Galleon Management fazendo pagamentos em dinheiro em troca de informações não-públicas. O caso acabou enredando executivos, consultores, profissionais de agências de rating, negociantes proprietários, executivos de fundos de hedge, e pessoal de relações públicas.

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