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21/08/2007 - TI Inside Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Nossa Caixa aplica R$ 22 milhões na ampliação de seu sistema de TI


O banco Nossa Caixa irá investir R$ 22 milhões para triplicar sua capacidade de processamento e armazenagem de dados. A ampliação, que será feita de forma gradual, começa a partir de novembro. Ao cabo de três anos, a instituição financeira contará com 148,5 terabytes de capacidade de armazenamento.

Na prática, segundo o presidente da Nossa Caixa, Milton Luiz de Melo Santos, isso significa ainda maior velocidade nas transações e armazenamento de dados entre qualquer parte do estado de São Paulo e a sede do banco. A ampliação, diz ele, também redobrará o fôlego da instituição para cumprir o acordo de Basiléia 2, que, entre outros princípios, determina que os bancos mantenham, por sete anos, o histórico de todas as transações feitas pelos clientes e pela própria instituição.

De acordo com Santos, a expansão em tecnologia da informação é um indicativo concreto de quanto o banco se prepara para crescer. “Ao triplicar a capacidade de nosso sistema, reforçamos a confiança na expansão dos negócios e resultados a partir da compra da folha de pagamentos do estado de São Paulo, em março deste ano”, afirma. A operação garantiu a exclusividade no pagamento de salários e proventos a 1,1 milhão de servidores paulistas pelos próximos cinco anos.

Hoje, o banco Nossa Caixa processa com 4,4 milhões de transações diárias com 38,5 terabytes. Para isso, o banco tornou ainda mais eficiente seu sistema atual, que está programado para balancear suas operações e, automaticamente, liberar espaço para fazer frente aos aumentos da demanda. Com esse balanceamento, Santos diz que o banco garante a realização de quaisquer transações feitas pelos clientes em todo o estado.

Em paralelo à ampliação do processamento e armazenagem de dados, a Nossa Caixa começa a distribuir, em outubro, o token, cartão que redobra a segurança dos clientes que usam regularmente canais eletrônicos em operações bancárias.

O token permite a combinação de letras e números que resultam em 1,2 mil a 3,6 mil diferentes combinações e, portanto, em senhas que dificultam ainda mais a ação de hackers. Os cartões atualmente disponíveis no mercado permitem, no máximo, 70 senhas.

O banco investiu R$ 2,5 milhões no produto, desenvolvido e patenteado pela BRToken, empresa nacional especializada em soluções de segurança em ambientes web.

Segundo Vilmar Knoth, diretor de tecnologia da informação do banco, a expectativa é que o lançamento do produto aumente ainda mais a confiança dos clientes no uso do internet banking da Nossa Caixa. “A implementação do token demonstra a preocupação da Nossa Caixa com o patrimônio dos clientes. A expectativa é de que, por meio desse cartão, consigamos reduzir em 70% as fraudes eletrônicas”, afirma.

O token tem formato e espessura de um cartão de crédito comum. É composto por um cartão e um gabarito – capa de plástico, semelhante a um envelope com espaços transparentes que permitem a associação de letras e números na composição de senhas diferentes a cada autenticação eletrônica. A orientação sobre como compor a senha é dada ao cliente toda vez que efetivar uma transação pelo internet banking. A cada operação, o sistema determina a digitação de diferentes combinações, que devem ser digitadas para validar a transação.

Na fase inicial do projeto, ele será distribuído a 300 mil usuários que fazem operações bancárias regulares por meio do internet banking ou que já tenham a assinatura eletrônica (senha cadastrada nas agências da Nossa Caixa utilizada no ato da confirmação de operações eletrônicas).

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