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21/03/2006 - O Liberal Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falso jornalista piauiense aplica golpes


Usando vários nomes, CPFs e documentos falsos, foi preso no final da tarde de ontem José Batista Pereira Alves, de 36 anos, natural de Teresina (PI), conhecido como “Marquinhos”, que estava há seis meses atuando como falso jornalista em Belém. O experto José foi preso como Rogério, logo depois de fazer uma ocorrência de assalto na Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe), do qual teria sido vítima. Mas a polícia já estava investigando o falso jornalista identificado Rogério, após denúncia anônima sobre a atuação dele com tentativa de extorsão em alguns órgãos federais, estaduais e municipais.

O piauiense também se apresentava com os nomes de Rogério Ribeiro Filho ou Júnior, José Rogério Ribeiro Paiva Júnior, e em cada um dos três crachás falsos da Central Brasileira de Notícias (CBN), que usava para se identificar, havia um número de Cadastro de Pessoa Física (CPF) diferente. Além dos crachás, os policiais da Delegacia de Ordem Administrativa (DOA), da Dioe, encontraram com ele, dentro de uma mochila, um gravador com fita e várias entrevistas gravadas, uma camisa com a logomarca da CBN, uma agenda e o livro “Amor é Prosa, Sexo é Poesia”, do jornalista e escritor Arnaldo Jabor, e que também é título de uma música em parceria com a cantora Rita Lee.

Na delegacia, José afirmou que “foi uma grande burrice o que eu fiz”. Mas ele já vem agindo há algum tempo e outras passagens pela polícia e na justiça, inclusive com nove meses de prisão, cumprida em 2004, quando foi condenado por incitação ao crime, depois de uma desordem em Foz do Iguaçu. José também é acusado por desacato à funcionário público no exercício da função.

Segundo o delegado Neyvaldo Costa da Silva, da DOA, José deverá responder pelos crimes de falsidade ideológica e estelionato. O falso jornalista admitiu que mandava matérias para emissoras de rádio, televisão e jornais de Teresina (PI), Foz do Iguaçu e Cascavel (PR), mas que não ganhava nada. A afirmação não convenceu a polícia, que vai continuar investigando a ação de José a partir dos contatos anotados na agenda apreendida e no celular dele.

O falso jornalista disse que cursou um ano de jornalismo na União Dinâmica de Faculdades (UDC) Cataratas, em Foz do Iguaçu, que estagiou na CBN, em Cascavel (PR), e já trabalhou como locutor e radialista. Consultadas pelo delegado Neyvaldo Silva, a CBN informou que José nunca trabalhou para a emissora e que não mantêm escritório e nenhum profissional de jornalismo em Belém. A Associação Brasileira de Imprensa também foi consultada e respondeu que não comsta nenhum registro no nome de José Batista Pereira Alves.

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