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02/06/2011 - Destak Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Provedor quer que casos de fraude vão até "às últimas consequências"

O provedor do trabalho temporário, Vitalino Canas, elogiou hoje a investigação fiscal feita a algumas empresas do sector e defendeu que devem ser levados "às últimas consequências" os casos de fraude detectados.

"Têm sido denunciadas situações de algumas empresas do sector que, em flagrante violação da lei, da sã concorrência e dos direitos dos trabalhadores, violam as regras tributárias em vigor", salientou, num comunicado, o provedor da Ética Empresarial e do Trabalhador Temporário (PEETT).

Vitalino Canas considerou que o facto de a Newtime (uma das empresas fiscalizadas) ter encerrado "parece demonstrar que a acção inspectiva referida atingiu o seu alvo".

"Esta empresa, e outras que a antecederam, são normalmente referidas no próprio sector do trabalho temporário como empresas que reiteradamente incumprem os deveres a que todas estão sujeitas", afirmou.

O provedor condenou ainda a forma como os responsáveis da Newtime encerraram a empresa, "aparentemente de forma ilícita", deixando os seus trabalhadores desprotegidos.

Vitalino Canas lembrou que os trabalhadores daquela empresa podem ser ressarcidos dos seus créditos através da caução da empresa de trabalho temporário e disponibilizou-se para os ajudar apesar da Newtime não estar vinculada ao instituto do PEETT nem pertencer à associação empresarial do sector.

Há uma semana a Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego (APESPE) condenou a prática de fuga ao fisco por parte de algumas empresas de trabalho temporário e defendeu a sua erradicação do mercado.

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