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27/05/2011 - iOnline Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Burla. Detidas 15 pessoas por cheques falsos que já iam nos 3 milhões

Por: Augusto Freitas de Sousa

Os valores envolvidos na burla podem ser ainda superiores. A investigação da PJ vai continuar.

São 15 os suspeitos de ter montado o esquema, que utilizariam os seus conhecimentos para levantar cheques falsos. A Polícia Judiciária (PJ) confirmou ao i que um dos detidos funcionava como "toupeira" numa empresa que prestava serviços a outras empresas e particulares e essa empresa, prestadora de serviços, recebia pagamentos das restantes através de cheques. Esse elemento passava os dados a outros arguidos que se encarregavam de falsificar cheques, subindo sempre os valores iniciais.

Posteriormente, através do know-how de antigos funcionários bancários, levavam o cheque aos bancos. Primeiro apresentavam o cheque falsificado e só depois o verdadeiro. Nos vários bancos, os envolvidos possuíam contas em nome de diversos titulares, onde depositavam os montantes para fazer rodar o dinheiro e evitar a detecção do crime.

Num dos cheques apreendidos, a PJ refere que "o montante tinha sido alterado para 500 mil euros", o que em muitos casos, segundo uma investigadora, poderia pôr em causa a sobrevivência da empresa burlada.

A Directoria de Lisboa e Vale do Tejo da PJ, que investigava o caso há cerca de oito meses, apurou que a organização criminosa se apoderou de 700 mil euros, mas ainda assim conseguiu impedir que os suspeitos ficassem com mais 2,7 milhões de euros.

Apesar de os detidos e as buscas terem sido feitas na área da Grande Lisboa, as empresas burladas são de todo o país, pelo que os investigadores assumem que possa haver mais dinheiro envolvido.

A PJ deteve 15 pessoas, nove homens e seis mulheres, por crimes de falsificação de documentos, burla, associação criminosa e branqueamento de capitais.

Quatro dos detidos são de nacionalidade estrangeira (três africanos e um europeu). Alguns têm antecedentes criminais. Três estão actualmente em julgamento e outro está em liberdade condicional.

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