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27/05/2011 - O Dia Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Consignado: fraude põe casal na cadeia

Dupla utilizava dados de segurados do INSS para fazer saques.

Rio - Casal de estelionatários foi preso em flagrante ontem, por volta das 11h, em uma agência do Bradesco da Rua Santa Clara, Copacabana, tentando sacar o valor de R$ 5 mil por meio de um empréstimo consignado fraudulento. O ex-bancário Paulo Eduardo Santos Pinto, 26 anos, e Margarete Rocha Reis, 40, já haviam feito dois saques em outras duas agências do banco. A polícia acredita que eles arrecadavam cerca de R$ 60 mil por mês.

Com os dois, policiais da 13ª DP (Ipanema) apreenderam cerca de R$ 7 mil. Segundo o delegado Carlos Abreu, o caso é investigado há três meses. Documentos falsos eram confeccionados e empréstimos, solicitados, a partir do acesso ao cadastro de aposentados e pensionistas do INSS.

BAIRROS MUITO VISADOS

“Os bancos terceirizam o serviço de cadastro das pessoas que têm direito a empréstimos consignados. Isso favorece, de alguma forma, a fragilidade na segurança desses dados. Vamos aprofundar as investigações para descobrir como as informações chegam aos bandidos”, disse Abreu.

De acordo ele, os bairros de Copacabana e Ipanema são muito visados por fraudadores do INSS por terem várias agências bancárias, com um bom número de clientes aposentados e pensionistas. “É do perfil da região moradores com mais idade, e isso acaba atraindo fraudadores. Casos de saidinha de banco também são comuns, pois essas pessoas preferem usar dinheiro vivo nas compras e, muitas vezes, fazem grandes saques”, observou o delegado.

Operação em abril prendeu 9

Em abril, a Delegacia de Polícia Federal em Niterói e a Assessoria de Planejamento (APE) do INSS desmantelaram uma quadrilha que agia há quase 30 anos e desviou mais de R$ 120 milhões do instituto. A Operação Highlander prendeu nove pessoas. O crime envolvia nomes de aposentados já mortos ou fictícios.
Eram 400 benefícios, entre R$ 1.500 e R$ 2 mil, emitidos pela agência da Previdência em São Gonçalo. O bando fazia recadastramento, empréstimo consignado, declaração de Imposto de Renda e até entrava na Justiça contra o INSS. O custo mensal desses benefícios alcançava R$ 600 mil.

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