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27/05/2011 - Diário Catarinense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia vai apurar suspeita de fraude

Por: Diogo Vargas

DelegadDelegado anuncia que ex-presidente do Abrigo Cristão será intimadao anuncia que ex-presidente do Abrigo Cristão será intimada.

A Polícia Civil vai investigar as denúncias contra a ex-presidente da Casa Assistencial Abrigo Cristão de Palhoça, na Grande Florianópolis, Dilvanira Antunes da Silva Florenzano.

A missão está com o delegado Gustavo Kaiber, que vai intimar Dilvanira e outras pessoas citadas na documentação obtida pelo Ministério Público Estadual.

– Há indícios de crimes e temos, agora, que investigar, como a origem das mercadorias, a destinação e buscar as justificativas – comentou.

Oficialmente, o prazo para a conclusão do inquérito policial é de 30 dias. Mas a investigação é considerada complexa e, provavelmente, o delegado deverá pedir mais prazo à Justiça e ao próprio MP. Ele leva em conta também o fato de acumular paralelamente outras investigações.

Conforme mostrou o DC na edição de ontem, Dilvanira é suspeita de comercializar doações recebidas em nome da entidade desde 2001. Num inquérito civil, o promotor Aurélio Giacomelli da Silva viu indícios de crimes como apropriação indébita, estelionato, sonegação fiscal e extorsão. Ao final da investigação, a polícia concluirá sobre o indiciamento ou não de Dilvanira (ou mais pessoas) e enviará o inquérito à Justiça e ao MP. Depois, se for denunciada por algum crime, responderá na Justiça.

A secretária municipal da Assistência Social de Palhoça, Arlene Marli Wagner da Silva, acredita que o problema foi de má gestão no abrigo pela diretoria familiar. Ela afirma que não houve envolvimento do poder público local com a administração do abrigo. A fiscalização sobre o abrigo também não existiu.

– Se alguém não denunciasse não tinha o que se fazer – analisa.

A secretária observou que a entidade recebia verba pública, mas não soube informar quanto a prefeitura repassou nos 10 anos. A secretária de Educação, Jocelete Isaltina Silveira dos Santos, também não sabia dos valores e informou que isso dependeria de levantamento. Dilvanira garante que todo o dinheiro obtido com a venda das doações foi aplicado na entidade.

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