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25/05/2011 - Diário da Amazônia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cédula de R$ 1 some por valer mais


A cédula de R$ 1 parou de ser emitida oficialmente em 2005, mas no ano seguinte cerca de quatro milhões da nota foram produzidas para aproveitar o material, segundo o Banco Central do Brasil. Hoje, encontrar uma delas não é fácil. A iniciativa foi motivada por mudanças econômicas em que a baixa inflação e o aumento da oferta de emprego impulsionaram o consumo, que por sua vez exige maior volume de dinheiro em circulação.
A ideia do governo é trocar as notas em papel pelas moedas do mesmo valor. Apesar do custo da produção ser maior, as moedas duram cerca de 30 anos enquanto que as cédulas, aproximadamente um. A produção de uma moeda custa cerca de R$ 0,26 e a cédula R$ 0,17.
Outra vantagem da moeda é a dificuldade da falsificação. São raros os relatos de moedas falsificadas. Além do material utilizado ser mais caro que o da produção de cédulas, elas têm baixo valor, o que acaba desestimulando os criminosos.
Mas a ausência da nota e a retenção das moedas em cofrinhos têm sido complicadores na hora do troco nos supermercados e no transporte coletivo. Segundo a tesoureira de um supermercado de Porto Velho, Patrícia Rosa dos Santos, devido ao costume da população em guardar as moedas, o mercado precisa fazer parcerias com fornecedores e agências bancárias para consegui-las, mas confessa que é complicado, pois essas instituições também precisam das moedas.

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