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21/05/2011 - Agência RBS / A Notícia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Suspeitos de vender doações

Trio é preso por pedir produtos em nome de abrigo e repassar para brechó.

Dois homens de Foz do Iguaçu, no Paraná, foram presos ontem em Joinville. Eles são suspeitos de venderem roupas, calçados e mantimentos que eram doados pela comunidade. Um adolescente de 16 anos que estava com eles foi apreendido e depois liberado sob a responsabilidade da avó.

Os três diziam ser da Casa Assistencial Abrigo Cristão, de Palhoça, na Grande Florianópolis. Mas a polícia ligou para o endereço dado pelo grupo e descobriu que se tratava de um brechó.A prisão foi no começo da tarde, quando saíam de uma casa no bairro Costa e Silva, em Joinville. Policiais militares que faziam rondas desconfiaram e fizeram a abordagem. Eles vestiam coletes azuis com a inscrição “Casa Assistencial Abrigo Cristão”.

Segundo a PM, ganhavam roupas, calçados e mantimentos e vendiam para uma loja de roupas usadas. O suposto esquema foi descoberto depois que informaram telefones da entidade para a qual prestariam serviços. O primeiro número não funcionou, mas no segundo veio a surpresa. “Uma mulher atendeu e disse que era de loja de roupas usadas de Palhoça. Perguntei de onde vinha a mercadoria e ela falou que era de Joinville. Ela citou o nome de um dos caras que foi abordado”, disse o cabo da PM Ivonei Polsin.

De acordo com a PM, Juliano Barbosa Tuski, 24 anos, e Jicleiton Ferreira Sklausk, 27, foram presos em flagrante por estelionato pela Polícia Civil e encaminhados à noite ao Presídio de Joinville. Na casa de Juliano, no bairro Jardim Paraíso, a PM apreendeu dez sacos grandes de doações e quatro caixas com alimentos. Uma Kombi usada para a arrecadação foi apreendida. A PM suspeita que Juliano ganhava até R$ 3 mil mensais com a atividade. “Eles se aproveitavam da boa-fé das pessoas”, afirmou o cabo Polsin.

A reportagem esteve no endereço da Casa Abrigo Cristão que consta na internet, na rua Menino Deus, bairro Barra do Aririú, em Palhoça. No número informado há uma casa. A moradora é do Rio Grande do Sul, está há seis meses no local e não tem vínculo com a entidade.

A informação é de que o abrigo funcionou numa casa quase em frente. No local, a reportagem foi informada que a entidade funcionaria na rua Alcino dos Navegantes Moreira, no mesmo bairro. Mas nesse endereço funciona um brechó. A atendente disse que a mãe dela, dona do estabelecimento, é ex-coordenadora do abrigo e que há seis meses não tem mais relação com a entidade. Segundo a filha, a dona não estava na loja. A comerciante não foi encontrada para comentar o assunto.

A PM disse que a dona da loja será investigada e também pode ser indiciada se houver a confirmação que fazia parte de um esquema com o nome da entidade.

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