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20/05/2011 - O Diário de Teresópolis Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpistas continuam fazendo ameaças através do telefone

Por: Marcello Medeiros

Apesar de muito “divulgados”, casos de falsos sequestros e brindes ainda são recorrentes.

Apesar de amplamente divulgados pela imprensa e a prisão de vários estelionatários, os casos de golpes praticados por telefone continuam acontecendo. Em Teresópolis, vários deles já foram comunicados no plantão da 110ª Delegacia de Polícia e, somente esta semana, O DIÁRIO apurou que pelo menos cinco pessoas por pouco não foram vítimas dos golpistas. Três delas receberam mensagens informando terem sido premiadas – mas que teriam que comprar cartões telefônicos para receberem carros ou casas – e duas quase acreditaram terem seus filhos vítimas de sequestro.

Uma das pessoas que recebeu telefonema informa sobre o rapto de um parente foi uma dona de casa residente no bairro do Meudom. Ela se preparava para levar o neto na escola quando recebeu uma ligação no telefone de sua residência informando que “sua filha havia sido sequestrada”. Nervosa, e como não conseguiu contato com o celular da jovem, ela ficou muito preocupada ao ouvir uma mulher chorando do outro lado da linha. Para sorte da moradora do Meudom, porém, conseguiu contato com a loja onde a filha trabalha e constatou trata-se de um golpe.

Em Teresópolis, muitas pessoas que acreditaram terem parentes sequestrados acabaram fazendo o que os bandidos ordenaram e tiveram grande prejuízo, além de passar por horas de tensão. Inicialmente, eles pedem dinheiro. Quando a vítima diz não possuir, vão diminuindo o valor. No último caso, mandam que sejam comprados cartões para telefone celular e que os números sejam passados para eles. No “auge” da prática desse crime, muitos jornaleiros conseguiram evitar que pessoas fossem vítimas dos estelionatários, alertando para o golpe quando percebiam que a pessoa estava nervosa e comprando muitos cartões. Na maioria das vezes, os bandidos estão ligados a pessoas presas ou os próprios detentos, do interior dos presídios, aplicam esse tipo de golpe para conseguir crédito.

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