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17/08/2007 - Estadão do Norte Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpista usava até nome do governador


Tido pela polícia como um dos mais ousados chefões do crimine de Porto Velho, o falso empresário Silvio Jorge Barroso de Souza, preso na manhã do último dia 06 (segunda-feira) pela Delegacia de Patrimônio, tinha gravado na memória do aparelho celular números telefônicos de várias autoridades, advogados, políticos e até do governador.
O chefe de investigações da Especializada em Patrimônio - Elsedir Leite, que também tinha o número do telefone na agenda do estelionatário, disse que Silvio Jorge não mantinha contato com nenhuma das pessoas, mas mantinha os números gravados em seu aparelho para impressionar suas vítimas. "Ele fazia de conta que falava com as autoridades para ganhar os respeito e a consideração de suas prováveis vítimas".
Segundo a polícia, o bando comandado por Silvio Jorge causou prejuízos milionários a concessionárias, financiadoras e bancos. Além de estelionato, o falso empresário é acusado ainda de comandar assaltos e furtos em toda a capital. "Ele (Silvio Jorge) contratava ex-apenados e até fugitivos para, junto com o filho dele - menor, realizarem os roubos planejados com antecedência", explicou Elsedir.

Silvio Jorge comandava assaltos

Além de falsificação de documentos para a aquisição de cartão de créditos com saldos altíssimos, abertura de contas com limites generosos e compra de veículos caríssimos, o bando supostamente comandado pelo falso empresário Silvio Jorge roubava carros e, após 'depena-los', os abandonava em local esmo.
Assim aconteceu com o veículo Honda Civic roubado da residência de um advogado cujo filho era amigo do autor do roubo, Além do veículo o bando roubou aparelhos eletrônicos e R$ 10 mil.
No histórico da quadrilha está ainda o assalto ao Stop Motel, na avenida Brasília, em frente à Delegacia de Patrimônio e Homicídios, ocorrido no último mês de maio. O filho de Silvio Jorge teria comandado a ação e um policial civil que trabalhava na Especializada em Patrimônio desviou a investigação e pôs a culpa em um traficante que estava por acaso no motel na hora do assalto.
Homens contratados por Silvio Jorge teriam roubado ainda uma motocicleta para praticarem assaltos a uma lanchonete e ao posto Petro Amazon. No dia do roubo à lanchonete o filho de Silvio roubou um aparelho celular e já marcou um carro para roubar depois. Ao ser preso, momentos depois do roubo ao posto Petro Amazon, o menor foi encontrado com o telefone. Segundo acusação, o celular foi devolvido ao acusado, de maneira ilegal. A mesma coisa aconteceu com o veículo Fiat/Uno usado pelo bando. Comprado com documentos falsos, depois de ser apreendido, o veículo foi devolvido de maneira fraudulenta a Silvio Jorge.

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