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20/05/2011 - Folha de São Paulo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Aposentada de SC é investigada por se passar pela irmã

Por: Luciana Dyniewicz


Uma mulher que se passava pela irmã há 35 anos será indiciada sob suspeita de falsidade ideológica em Santa Catarina. Nem os três filhos de Santalina Borges Meurer, 63, sabiam seu verdadeiro nome.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, Santalina começou a usar os documentos da irmã falecida para poder se casar pela segunda vez.

Aos 22 anos, ainda solteira, ela engravidou do namorado, que não quis assumir a criança. O pai de Santalina obrigou-a, então, a se casar com um senhor de 62 anos, de acordo com a polícia.

Santalina engravidou outra vez de uma relação extraconjugal. O delegado Marco Aurélio Marcussi conta que, para não ser acusada de bigamia, ela utilizou os documentos de Neli de Souza, sua irmã que havia morrido aos oito anos de idade, para se casar outra vez.

Santalina assumiu, assim, a identidade de Neli e manteve por um ano dois relacionamentos. Em 1977, seu primeiro marido morreu.

Com Agenor José Duarte de Souza -o segundo marido- ela teve outras duas crianças. Todas foram registradas como filhas de Neli de Souza.

Marcussi diz que Santalina continuou com seus documentos verdadeiros, porém, para não perder a pensão que recebia do primeiro marido.

A filha que Santalina teve com o primeiro namorado engravidou aos 16 anos. Seu neto foi, assim, registrado também como filho de Neli.

O menino tem hoje 22 anos e é dependente químico. Em fevereiro, ele roubou a bolsa de Santalina para comprar drogas, ainda de acordo com a Polícia Civil, o que contribuiu para desmascarar a aposentada.

FIM DO GOLPE

Os documentos que a mulher tinha no nome de Santalina se perderam com o roubo. Quando tentou refazê-los, a polícia descobriu que havia duas pessoas cadastradas com as mesmas impressões digitais.

O delegado afirma que, em 2007, a mulher já havia refeito a documentação como Neli. À época, no entanto, o sistema não identificou a fraude.

Agenor, hoje separado de Santalina, confirmou em depoimento que sabia da dupla identidade da aposentada.

Santalina vai responder em liberdade por falsidade ideológica.

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