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21/05/2011 - Diário de Coimbra Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Burlão apresentava-se como inspector da PJ e da ASAE

Por: Helena Amaro


Fazia-se passar por inspector da Polícia Judiciária e da ASAE, por médico e advogado, entre outras profissões credíveis, levando as vítimas a entregar os seus bens, prometendo transferências bancárias e cheques falsos. Era este um dos “modus operandi” de um homem que se encontra detido preventivamente por suspeita de burla qualificada, falsificação de documentos e falsa identidade, que terá lesado comerciantes de vários pontos da região Centro, nomeadamente em Leiria, Marinha Grande e Figueira da Foz, estendendo a acção criminosa também a Lisboa. A «complexa investigação» do Departamento de Investigação Criminal de Leiria da Polícia Judiciária (PJ) teve início no final de 2009, e está agora concluída, com proposta de acusação.
Fonte da PJ adiantou que o suspeito, um homem entre os 30 e os 40 anos, é suspeito da «prática de cerca de duas dezenas de crimes de burla qualificada, falsificação de documentos e falsa entidade».
O arguido seleccionava as suas vítimas «a partir de anúncios colocados em “sites” na Internet para a venda de viaturas automóveis, de média e alta gama, contactando esses potenciais vendedores e levando-os a entregaram-lhe os seus bens, através de artifícios fraudulentos, simulando o pagamento por transferências bancárias e emissão de cheques falsos», faz saber a PJ em comunicado.
Para o efeito, explica a PJ, «apresentava-se ainda como advogado, médico, inspector da Polícia Judiciária ou marido de pessoas com estas profissões, cativando, assim, a confiança das suas vítimas».
A par destas identidades falsas, o detido «recorria, com frequência, ao contacto telefónico para alguns estabelecimentos comerciais, identificando-se como inspector da ASAE, levando os proprietários a entregarem-lhe, através de pagamentos bancários, diversos montantes falsamente justificados com hipotéticas coimas inexistentes e com a ameaça de fecho dos estabelecimentos em causa», acrescenta a Polícia Judiciária.
As cerca de duas dezenas de crimes apontados pela PJ na investigação terão lesado «gravemente» os comerciantes, «causando-lhes um prejuízo aproximado de 90 mil euros». «Estes números foi apenas do que conseguimos identificar», disse a PJ, que fala em «dezenas de vítimas».
A referida fonte disse ainda que o suspeito já foi detido duas vezes, a última ocorrida «no início deste ano». O homem não terá residência fixa. «A última vez que o detivemos, encontrava-se numa pensão», acrescentou a mesma fonte.

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