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17/05/2011 - Paraná Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Rei da mentira


É de um taxista, que trazia este escriba para o jornal, uma das mais simples (e melhores) definições sobre o funcionamento da mente requianista: Roberto Requião não fala a verdade porque desapareceria se dissesse a verdade. Leia de novo a sentença e perceba a lucidez da frase! O senador mente repetidamente porque é assim que faz política, sempre escorado na fraude e na impostura. Vamos aos fatos: a Polícia Federal aponta Eduardo Requião como o principal beneficiário de um esquema criminoso no Porto de Paranaguá. O que faz o Roberto? Transforma o irmão de réu em denunciante da história, o moralizador, o íntegro. Mentira, evidentemente. E sobre os dólares que o mano guardava no armário? O ex-governador alega que o dinheiro é fruto de economia doméstica - e que bandida é a empregada que praticou furto. Com a tentativa de compra da draga valeu a mesma estratégia. A PF apontou a maracutaia da licitação direcionada e desvendou a propina que seria recebida pela família Mello e Silva. E o que fez Requião? Disse que Eduardo e seus ex-secretários envolvidos no negócio agiram pautados pela honestidade e que, caro mesmo, é o preço do serviço de dragagem emergencial contratado pelo governo Beto Richa. Aqui impõe-se uma pergunta derradeira: nos casos relatados, de que lado está a verdade? Com a Polícia ou com o Roberto? A resposta parece óbvia.

Outro exemplo

A partir de dados do Tribunal de Contas, sabe-se que a ParanáPrevidência foi levada ao caos pela gestão do ex-governador, cujo rombo gira em torno de R$ 4,5 bilhões. Além disso, o lugar sediou um grotesco esquema de corrupção. Quem entregou a falcatrua foi ninguém menos do que o ex-diretor jurídico do órgão, Francisco Alpendre, até então um dos homens de confiança do Palácio Iguaçu. A Requião coube mentir: disse que o fundo é o melhor e mais lucrativo do Brasil. E o denunciante acabou demitido.

Mesma coisa

Com a compra das TVs laranjas o blefe também prosperou. Embora flagrado pelo fato de ter pago pelos aparelhos um valor acima do de mercado e a uma empresa que foi a maior doadora individual de sua campanha eleitoral, Requião teve o desplante de sustentar a lisura do negócio e atribuir ao mano Maurício, o caçula e predileto, o status de “melhor secretário de Educação do país”.

Desfecho

Esse “atestado de inocência” culminou com a imposição à Assembleia Legislativa do nome de Maurício para o Conselho do Tribunal de Contas. Os deputados, a reboque, aprovaram. Tal absurdo, ao menos, foi corrigido agora.

Conclusão

Inverdades foram contadas, igualmente, acerca do sumiço de patrimônio da pasta da Educação, do escândalo das diárias, dos móveis levados pelo Eduardo do escritório de representação do Paraná em Brasília. Tudo na maior cara de pau. O amigo taxista tem ou não tem razão?

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