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12/05/2011 - Expresso MT Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende ao menos 5 pessoas por fraude no seguro-desemprego no TO

Há ainda outros seis mandados de prisão a serem cumpridos. R$ 1,8 milhão teria sido desviado dos cofres públicos em um ano e meio.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (12) duas operações simultâneas em Araguaína (TO), a 400 km de Palmas, com o objetivo de desarticular duas quadrilhas de fraudadores do seguro-desemprego na região.

De acordo com a PF, cinco pessoas foram presas até o momento e há ainda outros seis mandados de prisão a serem cumpridos. As ordens foram expedidas pela Justiça Federal. As operações foram intituladas de Filtragem e Bloqueio II.

As investigações começaram há cerca de um ano e meio, junto com a Caixa Econômica Federal, disse a PF.

No período, foram feitas prisões em flagrante de pessoas que realizaram saques indevidos do seguro-desemprego em agências da instituição financeira. Esses saques levaram a pessoas e empresas envolvidas no golpe.

Golpe

De acordo com a polícia, para o recebimento das parcelas do benefício, o grupo alicia o trabalhador, que acaba "emprestando” sua carteira de trabalho (CTPS) aos criminosos. Com a carteira de trabalho em mãos, as quadrilhas fazem registros de contratos fictícios para provar o vínculo empregatício, com a respectiva admissão e demissão do beneficiário, explica a PF.

A primeira parcela do seguro-desemprego é sacada pelo trabalhador e as demais pelos integrantes da quadrilha, por meio do Cartão do Cidadão, da Caixa. O trabalhador recebe o cartão no primeiro saque e o entrega aos criminosos para a continuidade da fraude.

Há caso, ainda, que os próprios criminosos atuam, entre si, como empregadores e empregados fictícios para o recebimento do benefício.

Em levantamento da PF, ainda superficial, foi constatado que cerca de 400 beneficiários receberam o seguro-desemprego indevidamente. Com o cálculo da média de cinco parcelas de R$ 900 para cada um, a polícia chegou ao montante de R$ 1,8 milhão desviado dos cofres públicos no período.

A PF trabalha com a possibilidade de existirem outras quadrilhas especializadas no tipo de crime espalhadas pelo Brasil.

Os envolvidos responderão pelos crimes de estelionato qualificado, falsificação de documentos, formação de quadrilha ou bando, entre outros, diz a polícia. As penas somadas podem chegar a dez anos de reclusão.

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