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12/05/2011 - Último Segundo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende 12 pessoas em operação contra fraudes no INSS

Grupo é suspeito de fraudar a Previdência Social com pedidos de salário-maternidade e pensão por morte.

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira 12 pessoas, entre elas três funcionários do INSS, durante a operação que investiga em grupo suspeito de participar de esquemas de fraudes na concessão de benefícios da Previdência Social.

Segundo a Polícia Federal, o grupo filiava mulheres grávidas à Previdência Social na falsa condição de empregadas domésticas, com salários superiores a R$ 2 mil. Depois de pagar a contribuição por dois ou três meses, eles pediam na sequência o benefício do salário maternidade. Num segundo momento, a quadrilha passou a fraudar o benefício de pensão por morte. Para isso, o grupo buscava dados de segurados da Previdência Social já mortos, cujo benefício fosse superior ao salário mínimo e que não tivessem deixado dependentes.

A investigação apontou que num período de seis meses foi identificada a concessão de cerca de 130 benefícios previdenciários com indícios de irregularidades, o que ocasionou prejuízo aos cofres públicos num montante estimado de R$ 3 milhões. Porém, a Polícia Federal estima que o prejuízo seja bem maior, pois há indícios de que outros benefícios fraudulentos tenham sido concedidos.

Participam da operação 135 Policiais Federais e 12 servidores da Previdência Social, tendo sido cumprido 27 mandados de busca e apreensão. Das 12 pessoas presas, 03 são servidores do INSS. As ações foram realizadas na Grande São Paulo, nos municípios de São Paulo, Barueri, Carapicuíba, Osasco, Franco da Rocha, Francisco Morato e Guarulhos.

Os presos serão indiciados e responderão pelos crimes de formação de quadrilha (pena de 3 a 6 anos de prisão), estelionato qualificado (pena de 1 a 5 anos de prisão aumentada de 1/3), corrupção passiva e corrupção ativa (ambos com penas de 2 a 12 anos de prisão) e inserção de dados falsos em sistema de informações em bancos de dados da Administração Pública (pena de 2 a 12 anos de reclusão).

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