Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


FALSIDADE DOCUMENTAL NOS PROCESSOS ELETRÔNICOS

Veja aqui a programação deste inédito treinamento programado para o dia 20/12 em São Paulo

Acompanhe nosso Twitter

10/05/2011 - Angola Press Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

DNIIAE exerce acção penal de crimes contra branqueamento de capitais


Luanda – A Direcção Nacional de Inspecção e Investigação das Actividades Económicas (DNIIAE) do Comando Geral da Polícia Nacional, tem exercido acções de natureza penal, nos termos da legislação processual aplicável, de crimes contra o branqueamento de capitais no país.

A afirmação é do director nacional da referida instituição, José Alexandre Canelas, que dissertava o tema “A Fraude – Conexão com o crime de branqueamento de capitais”, durante um workshop sobre a referida questão, promovido nesta terça-feira, em Luanda, pela IIR Angola.

Segundo disse, a DNIIAE procede sob delegação do Ministério Público, a instrução preparatória de processos crimes em matérias de infracções contra a economia, reprimindo os crimes de contrabando e fraudes fiscais.

Referiu no entanto, que a Lei contra o branqueamento de capitais, aprovada no corrente ano pela Assembleia Nacional da República de Angola, aplica-se à instituições de crédito, sociedades financeiras, seguradoras, sociedades gestoras de fundos de pensões, bolsa de valores, casinos, lotarias, empresas offshores e casas de câmbios.

Neste sentido apontou como tipologias de branqueamento, a burla por defraudação, incluindo a (burla à sexta-feira), criação de empresas fantasmas, fraude fiscal, por correspondência de meios tecnológicos, roubo de identidade, fraude de saúde vendendo produtos inócuos e corrupção.

Relativamente aos métodos de investigação, salientou que é preciso erguer um sistema de investigação do crime financeiro-bancário, com o envolvimento absoluto e inequívoco do banco e outras instituições afins.

Asseverou que é necessário de igual modo, haver disponibilidade na cedência de meios de provas, solicitadas pelos serviços policiais, demonstrando assim a possibilidade de conciliação entre a eficácia, justiça e celeridade.

O encontro congregou especialistas do Ministério do Interior, concretamente da Direcção Nacional de Investigação e Inspecção das Actividades Económicas do Comando Geral da Polícia Nacional de Angola, e do Grupo Banco Finantia de Portugal, do Banco Comercial Angolano, da Fátima Freitas & Associados.

Teve como objectivo analisar as principais questões relacionadas com a contenção e monitorização das operações suspeitas de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo.

Analisou ainda as medidas mais eficientes de prevenção, detecção e combate ao branqueamento de capitais e as implicações da nova legislação, após a criação da Unidade de Informação Financeira.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 227 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2017 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal