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05/05/2011 - 24 Horas News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estudante compra carteira de mulher casada para fazer "programa" na cadeia

Por: José Ribamar Trindade

A Polícia agora investiga se a jovem integrava uma rede de prostituição orquestrada por uma quadrilha que agia dentro e fora das penitenciárias e das cadeia públicas de Mato Grosso.

A prisão de uma jovem estudante de 25 anos pode levar a Polícia a desmantelar uma quadrilha que estaria agindo, dentro e fora das penitenciárias e cadeia públicas de Mato Grosso. A mulher foi presa por volta das 16 horas desta quarta-feira (04), dentro da Penitenciária central do Estado (PCE) com uma carteira expedida exclusivamente para mulheres casadas e companheiras compradas de presos. Ela confesou que pagou R$ 350,00 pelo documento.

Nervosa, a jovem chamou a atenção dos policiais do Corpo da Guarda da Polícia Militar do portão central da PCE. Caindo em seguidas contradições, a mulher levantou ainda mais suspeita de que a carteira que ela usava para ter acesso à penitenciária era falsa.

Após comprovar que a jovem - nome preservado a pedido da Polícia para não atrapalhar as investigações -, a mulher foi transferida para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc-Norte) do bairro Planalto. Sempre demonstrando nervosismo, a jovem também levantou a suspeita do delegado Marco Fonseca, de plantão na Central de Flagrantes do Cisc-Norte.

De contradição em contradição, a jovem acabou confessando que comprou a carteira exclusiva para mulheres casadas e companheiras de presos por R$ 350,00. Na mesma hora o delegado marcos ratificou a voz de prisão dada pela Polícia Militar e a estudante foi autuada em flagrante em crime de falsificação de documento público.

Em seu depoimento, no entanto, a jovem se recusou a fornecer a identificação da pessoa que forneceu e de quem ela comprou a carteira falsa. Disse apenas que o documento teria sido feito pelo pessoal de um dos raios da Penitenciária Central.

Depois de autuada em flagrante, a estudante foi transferida para a Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto, cujo prédio fica localizado bem ao lado da Penitenciária Central, onde ela vinha entrando com a ajuda da carteira falsa.

Embora ainda se mantenha na reserva em termos de informações, a Polícia confirma que as investigações vão continuar. Segundo um oficial da PM que pediu para não ser identificado, há fortes indícios e grandes suspeita de que a jovem integre uma rede de prostituição que age dentro e fora dos presídios do Estado.

“A jovem presa confessou que é solteira. Afirmou que estava entrando para se encontrar com um preso casado. Ora, isso com certeza não é verdade. Até porque, se o cara é casado, a mulher dele, automaticamente também vira vistá-lo todas as quartas-feiras e aos domingos. Pode ser um caso de prostituição sim. Ou isolado, ou uma rede”, alerta o oficial.

HISTÒRIAS
Sargento conta que garotas de programa e “cafetões” rondam portões de penitenciárias

Um sargento reformado da Polícia Militar. Aliás, um policial calejado no atendimento a visitas de presos, pois passou a maioria dos seus 30 anos de carreira cuidando de presos e seus familiares, conta histórias que comprovam a prostituição nos presídios.

O militar conta entre outras coisas, que as garotas de programas costumam, ou costumavam, juntamente com “cafetões” e "cafetinas" - pessoas que se dedicam a ganhar dinheiro intermediando a prostituição -, freqüentar e rondar, a maioria durante as visitas do meio de semana, feriados e domingos atrás de clientes que vivem atrás das grades.

“Elas falam. Aliás, falavam - não sei se ainda falam -, que os presos costumavam pagar mais do que os clientes aqui de fora. E com uma vantagem. Elas trabalham mais rápidos, até porque sabem que tem outros clientes presos como ele esperando também pela visita íntima”.

O sargento conta ainda, que nos dias de visitas, e muitas vezes até á noite, que garotas de programas e cafetões costumavam m rondar os portões dos presídios oferecendo dinheiro para entrar a qualquer custo.

“De dia, nos dias de visitas, muitas entravam como se fossem parentes dos presos. Quando eram barradas elas ofereciam dinheiro. Muitas também rondavam os portões á noite. Eu nunca vi nenhuma delas entrar à noite, mas elas tentavam”, conclui.

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