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18/03/2006 - Diário de Natal Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Encontro debate lavagem de dinheiro


O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte possui atualmente cerca de 50 casos, entre processos, inquéritos e investigações, que envolvem o crime de lavagem de dinheiro. Na manhã da próxima terça-feira, no Auditório da Justiça Federal, em Lagoa Nova, este problema será tema de palestra, que contará com a participação do auditor-fiscal da Receita Federal do escritório de investigação do Rio de Janeiro, Marcus Vinícius Vidal Pontes. ‘‘O contato com um profissional com vasta experiência no combate à lavagem de dinheiro pode ajudar agentes da polícia federal, Procuradoria da República assim como profissionais da Receita a investigar este tipo de ocorrência no estado’’, avalia a procuradora Cibele Benevides Guedes da Fonseca.

Segundo ela, os organizadores do evento (MPF-RN, Justiça Federal e Receita Federal) têm a intenção de trazer mais palestrantes especializados no assunto para debater acerca do crime de lavagem de dinheiro em Natal. Uma dessas pessoas seria Janice Agostinho Barreto Ascari, que inclusive já recebeu o convite, mas ainda não confirmou a vinda à capital potiguar. Ela, que é procuradora da República em São Paulo, e tida como a grande responsável por identificar fraudes na Comissão de Obras do TRT-SP - que teve como protagonista o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, hoje com 78 anos, e preso por desvio de dinheiro. Outro que poderá vir a Natal é o procurador Matheus Baraldi, que apontou irregularidades nas movimentações financeiras da grife Daslu. Há a expectativa de que cerca de 100 pessoas participem da palestra desta terça-feira.

De acordo com a Cibele Benevides, a maior dificuldade em se investigar pessoas envolvidas com lavagem dinheiro é devido ao perfil sócio-econômico da maioria dos suspeitos. ‘‘É um crime cometido por gente do colarinho branco, que, ao invés de arma, usam a caneta como artifício. E, apesar da boa vontade por parte das pessoas que investigam este tipo de delito, existem apenas quatro procuradores da República que trabalham com isso no estado’’, comenta a procuradora. Até por ter sido recentemente noticiado na imprensa local, tendo como caso mais conhecido a Operação Corona (quadrilha de italianos pegos atuando em Ponta Negra em novembro de 2005), Cibele Benevides se diz preocupada com a crescente de casos de lavagem de dinheiro no Rio Grande do Norte.

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