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06/05/2011 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpistas pedem ‘socorro’ por telefone

Por: Adilson Rosa

Aumenta frequência do esquema em que cidadão recebe chamada de suposto familiar pedindo depósito para recuperar carro quebrado na estrada.

A polícia investiga um novo golpe que vem sendo aplicado na praça. Uma pessoa liga para a vítima se passando por sobrinho e solicita que deposite um dinheiro em sua conta, pois está viajando e o carro enguiçou. A vítima, então acaba atendendo ao pedido do falsário. As investigações apontam que o golpe é aplicado por presidiários que, mesmo estando atrás das grades, utilizam o telefone celular e acabam enganando as pessoas.

Até agora, três pessoas registraram queixa na Delegacia do Complexo do Coxipó. Os prejuízos vão de R$ 600 a R$ 1.500, valores depositados nas contas dos golpistas. A pessoa só percebe que foi enganada ao entrar em contato com o sobrinho verdadeiro ou ser informada por familiares de que não tem parente com tal nome.

Segundo o delegado Carlos Américo Marchi, as pessoas precisam ficar espertas, pois as ligações não são somente para celulares, onde a pessoa pode ver a origem da chamada, mas também a fixos, o que acaba facilitando a enganação. “Tudo aponta para presidiários de outros estados, que usam celulares para enganar as pessoas. Temos três casos, mas o número de vítimas pode ser bem maior”.

O último caso ocorreu no dia 19 de abril, após um empresário do CPA III receber uma ligação em seu celular com prefixo 64 – de Goiás – onde uma pessoa se passando por sobrinho do empresário solicitava R$ 600 para o conserto do veículo. O golpista alegou que o mecânico não aceitava cheques. Não satisfeito, o falsário ainda pediu mais R$ 500 porque o tanque de combustível furou.

No dia 16 de abril uma aposentada, de 70 anos, moradora bairro Nossa Senhora Aparecida, em Cuiabá, recebeu uma ligação em seu telefone fixo em que um “sobrinho” da Bahia pedia ajuda. O suposto parente estava em Campo Verde (120 quilômetros de Cuiabá) e o carro quebrou. A vítima, então depositou R$ 1.500 numa conta.

No dia 9 de abril, um aposentado de 74 anos, também morador no Nossa Senhora Aparecida, levou um prejuízo de R$ 700. Ele recebeu uma ligação em seu telefone fixo de um “parente” que estava com o carro com problemas. Solicitava R$ 700 em sua conta.

Ao descobrir que não tinha sobrinho algum, teve a certeza de que fora vítima de um golpe. “Fui vítima do conto do vigário. Não prestei atenção e achei que estava ajudando um parente”, observou o aposentado que procurou a delegacia.

O delegado Carlos Marchi disse não ser possível saber se os golpistas são os mesmos, uma vez que se trata de vítimas diferentes. “Se fosse uma vítima só, ela poderia fazer essa definição”, explicou.

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