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01/05/2011 - ClickPB / Folha de SP Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

O Advogado do Diabo investiga fraudes na santificação


Os bastidores de grupos religiosos inspiram o lançamento de livros, como "O Símbolo Perdido", de Dan Brown, e "Caim", de José Saramago. Entre os escritores que exploraram o tema no passado, está o australiano Morris West, autor do clássico "O Advogado do Diabo", que deu origem a uma adaptação no cinema.

Em "O Advogado do Diabo", o autor apresenta a política por trás da santificação, quando interesses maiores da Igreja Católica ou de terceiros podem pressionar a mudança dos fatos históricos.

Durante um processo de canonização, um investigador do Vaticano visita um vilarejo miserável do sul da Itália nos primeiros anos após a Segunda Guerra Mundial. O suposto santo é Giacomo Nerone, um homem que foi morto por comunistas nos últimos dias do conflito e que foi proclamado santo pelos habitantes locais após a sua morte.

O "advogado do diabo" é o padre Braise Meredith, que recebe o diagnóstico de que tem poucos meses de vida e como último trabalho para a igreja precisa separar milagres reais das superstições dos camponeses. Ao longo de sua investigação ele entrevista diversos personagens locais e suas relações com Nerone, e encontra problemas que poderiam impedir a canonização.

Aí está o grande conflito interno do padre Meredith. Seria justo mentir sobre alguns dados ao Vaticano tendo em vista o bem que a canonização traria a todas aquelas pessoas do povoado?

O livro foi adaptado para o cinema, em uma produção alemã de 1977 dirigida por Guy Green e com o nome "Des Teufels Advokat". Em 1997, Hollywood se aproveitou do nome do livro para lançar um filme homônimo com Keanu Reeves no papel principal de um advogado competente e ambicioso que, incapaz de pensar em perder um caso, não hesita em defender professores que abusam de alunas em Nova York, retratada como uma "cidade do diabo".

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