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09/08/2007 - paraiba.com.br Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Presa mulher que aplicava golpes usando nome da Unimed


Valdilândia do Carmo, 36 anos, que estava se passando por funcionária da Unimed JP e cobrando dinheiro de pessoas na rua, com a promessa de emprego na empresa, foi presa no final da tarde de ontem no Ponto de Cem Réis. Os policiais Evandro Antônio, Gilmar Barbosa e Josenildo Justino, da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos, realizaram a prisão no momento em que a acusada estava aplicando o golpe em uma diarista.

A vítima, que não quis se identificar, foi abordada ontem à tarde, mas desconfiou e decidiu ligar para o Departamento de Recursos Humanos do Hospital da cooperativa para confirmar o emprego. Após tomar conhecimento do fato, a gerente do setor, Nara Barreto, decidiu informar à polícia, que armou uma situação para prender a acusada em flagrante. “Pedi a ela para
levar o caso adiante e marcamos o lugar e a hora com a pessoa que dizia trabalhar aqui. Depois disso, só confirmamos com a polícia, que ajeitou tudo”, comentou.

“Ela não usava nada que comprovasse que trabalha na Unimed e, ainda por cima, me cobrou 46 reais. Desconfiei na hora, porque ninguém oferece um emprego a outra pessoa no meio da rua. Ela me ofereceu R$ 680 e ainda disse que trabalharia em um cargo de confiança”, complementou a diarista.

Durante o depoimento, a acusada confessou que pratica o golpe há 7 anos, por necessidade, já que tem 5 filhos para criar e o marido não consegue sustentar a casa com o salário de pedreiro. Uma das filhas, de 16 anos, também estava presente no momento da extorsão.

Em julho desse ano, a desempregada Janailda Fernandes Mendes, de Alhandra, sofreu o mesmo golpe, mas só se deu conta no dia em que compareceu ao hospital para trabalhar na zeladoria. “Ela já extorquiu dinheiro de mais de 60 pessoas”, confirmou o Delegado de plantão, Carlos Roberto.

Após prestar esclarecimentos, Valdilândia foi encaminhada para a Central de Polícia e, após decisão judicial, será conduzida ao Presídio Feminino Bom Pastor. De acordo com o artigo 171 do Código Penal Brasileiro, este tipo de crime é enquadrado como estelionato. A pena é reclusão de 1 a 5 anos, além de multa.

Nara Barreto reforçou que a empresa não aborda pessoas na rua oferecendo emprego. Os interessados em trabalhar na cooperativa devem deixar currículo na recepção principal da sede ou do Hospital e aguardar contato para uma entrevista. Somente após uma conversa com a equipe de seleção e a realização de testes é que o candidato recebe a informação se vai ou não trabalhar na
empresa.

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