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18/04/2011 - Diário de Notícias / Lusa Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Detidos seis suspeitos de rede que falsificava documentos

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) anunciou hoje a detenção dos seis principais suspeitos de uma organização criminosa que se dedicava à falsificação de documentos para imigrantes ilegais em Portugal.

A acção decorreu na semana passada em Lisboa, Odivelas, Cascais, Setúbal e Faro, onde foram realizadas buscas a cinco casas, a um armazém, um restaurante, um escritório de advogados e a uma viatura. "A operação teve como objectivo desmantelar uma organização criminosa muito bem estruturada que se dedicava de forma profissional ao negócio da falsificação ou contrafação de diversos tipos de documentos para favorecer a entrada, o trânsito e permanência ilegais em território nacional de cidadãos estrangeiros", refere um comunicado do SEF.

Adianta ainda que a maioria destes cidadãos estava fixada em países europeus numa situação precária ou clandestina e que recorria à rede criminosa por necessidade de legalização. Trata-se de uma organização transnacional que em Portugal era liderada por dois homens estrangeiros e por uma mulher portuguesa. Todos os elementos da rede tinham tarefas bem definidas e contavam ainda com o apoio de uma estrutura de passadores, falsificadores e angariados, usando várias entidades empregadoras e várias casas de passagem. O objectivo era conseguir vistos, autorizações de residência e cartas de condução, falsificando documentos: contratos de trabalho, atestados de residência ou até declarações de impostos.

Para obter o seu "pacote de legalização" era cobrado a cada imigrante seis mil euros e o SEF estima que por esta rede tenham passado centenas de clientes. A investigação, que agora culminou com as seis detenções, decorre há cerca de um ano. Foi ainda apreendido vário material de prova, como vistos, contratos ou atestados de residência. Os detidos foram já presentes ao Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa para interrogatório. Foram libertados e a medida de coação aplicada foi a apresentação periódica às autoridades.

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