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20/04/2011 - Revista Época / EFE Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Hackers chineses atacam site com petição para a libertação de Ai Weiwei

O artista chinês foi preso no último dia 3 sem nenhuma explicação, embora extraoficialmente se saiba que ele fazia oposição ao governo de Pequim. A prisão causou reação instantânea da comunidade artística mundial, que exigia a libertação de Weiwei.

Hackers chineses conseguiram invadir e derrubar, durante dois dias seguidos, o site Change.org, no qual estava hospedada uma petição internacional que já contava com mais de 90 mil assinaturas pedindo a libertação do artista dissidente chinês Ai Weiwei, preso por sua postura de oposição ao governo de Pequim. A página contava com o apoio de alguns dos principais museus do mundo, como o Guggenhein de Nova York, o Tate Modern de Londres e a Associação de Diretores de Museus de Arte.

Em um comunicado divulgado nesta quarta-feira (20), o site informou que os ataques paralizaram a plataforma online por vários momentos na segunda e na terça. A história da prisão de Weiwei, detido sem acusações desde 3 de abril, comoveu e revoltou o meio artístico em todo o mundo, e a petição já havia conseguido assinaturas procedentes de 175 países.

Weiwei ficou famoso por ter participado do projeto do Estádio Olímpico de Pequim ("Ninho do Pássaro") e por sua recente exposição "Sementes de girassol" na galeria londrina Tate Modern. Ele radicalizou sua postura contra o regime chinês após o terremoto de Sichuan, em 2008, quando morreram milhares de crianças pelo desabamento de escolas que, segundo ficou constatado, foram construídas com material de má qualidade devido à corrupção em órgãos públicos. A partir dessa denúncia, feita por um grupo de que Ai Weiwei fazia parte, o governo chinês começou uma caçada contra o artista.

A Change.org emitiu um pedido formal de ajuda tanto ao FBI como ao Departamento de Estado americano para a Ásia Pacífico e determinaram a China como origem do ataque. "Não conhecemos a razão ou a fonte exata destes ataques", afirmou em comunicado Ben Rattray, fundador da Change.org.

"Tudo o que sabemos é que depois do êxito sem precedentes da campanha realizada pelos principais museus do mundo para pedir ao Governo chinês a libertação de Ai Weiwei, nos transformamos em vítimas de um ataque altamente sofisticado procedente da China", disse Rattray.

Diariamente, a plataforma Change.org vinha conseguindo cerca de 10 mil novas assinaturas na petição pela libertação de Weiwei. Pequim assegura que o artista está sendo investigado por supostos crimes financeiros, e a imprensa local chegou a ventilar outras acusações não confirmadas como bigamia e plágio. Ainda assim, nunca foi dada uma explicação para a prisão de Ai Weiwei. (LH)

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