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19/04/2011 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha que age no Paraguai espalha notas falsas em pelo menos cinco estados brasileiros


SÃO PAULO - Uma quadrilha está espalhando notas falsas de real em cinco estados. O esquema ilegal com o dinheiro brasileiro começa num dos maiores centros de compras do Paraguai, Pedro Juan Caballero, perto da fronteira. Eles ficam no meio da rua, próximos a lojas de produtos eletrônicos e barracas de camelôs, e trocam uma nota verdadeira por três cédulas falsas.

Na cidade, golpistas paraguaios levam o repórter da TV Globo até um lugar para negociar as notas falsas.

- Como é que vocês fazem? - questiona o repórter.

- Três por um. Você dá cinquenta e ele te dá cento e cinquenta (reais) - responde o criminoso.

Os golpistas dizem que é grande a procura por dinheiro brasileiro e oferecem até desconto se a compra for maior.

- Se for uma quantidade boa, dá para fazer um preço melhor - diz o golpista.

- Até quanto tu tens? - questiona o repórter.

- Toda a quantidade. Ontem eu vendi cem mil reais - acrescenta o golpista.

Segundo o Banco Central, de janeiro a março deste ano foram identificadas mais de 53 mil notas falsas de real. A maioria de R$ 50, 22.485 ao todo. Em segundo lugar estão as de 100 reais, são 14.589 com este valor. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais são os estados onde houve mais registros de notas falsas.

Numa avenida que separa a cidade paraguaia de Pedro Juan Cabalero de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, Fabiano Jerenil dos Santos, dono de uma farmácia no centro da cidade, treinou os funcionários para reconhecer as notas falsas e até colocou algumas no caixa para evitar mais prejuízos.

- Como conferimos com frequência, a pessoa fica inibida e acaba não passando mais - diz o comerciante.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) diz que o dinheiro falso que entra no país pela fronteira com o Paraguai é distribuído no interior do estado de Mato Grosso do Sul, e também em Minas Gerais, Goiás e São Paulo.

- A nossa fronteira aqui é seca, muito extensa, então facilita a entrada, não somente de notas falsas, como de contrabandos e drogas - declara Pedro Libório, inspetor da Polícia Rodoviária Federal.

O presidente da Associação Comercial de Ponta Porã diz que há um derrame de notas falsas na região.

- É muito fácil de comprar, mas não sabemos se elas são fabricadas no Paraguai ou em outros países vizinhos - diz Evaldo Pavão, presidente da Associação Comercial de Ponta Porã.

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Comentários


Autor e data do comentário: Carol - 25/04/2011 15:28

É um absurdo esses falsários. Como não trabalham não param pra pensar no prejuizo que causam aos comerciantes. Comprei uma máquina de identificação de dinheiro e cartões de crédito falso ( Money Test pra quem quiser saber ) pra não ter tanto prejuizo. Enquanto o governo não dá um jeito neles, a gente tem que investir pra não sofrer mais prejuizos.



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