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03/08/2007 - Bom Dia Bauru Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Inusitado que dá polícia

Por: Thárcio de Luccas


Casos como o de um marido acusado de agredir a mulher com uma “Bíblia” são realidades “engraçadas” no meio policial, marcado por seriedade e sisudez.

Na semana passada, um autônomo de 28 anos foi acusado de agredir a mulher dele com a “Bíblia” no bairro Ferradura Mirim.

A mulher, uma dona-de-casa de 24 anos, procurou a Polícia Civil para denunciar que mora com o marido e estão em fase de separação judicial. O casal discutiu por questões familiares e o marido lançou a Bíblia contra ela, disse à polícia.

O livro sagrado atingiu a boca da mulher e causou ferimentos no lábio superior. O caso foi encaminhado à DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) e o acusado não ficou preso em flagrante.

Há duas semanas, um “grito de açúcar” salvou uma mulher e duas crianças de um roubo na Bela Vista. Um vizinho ouviu quando uma moradora era ameaçada por um ladrão e gritou que iria pegar açúcar emprestado na casa dela. A tática diferente afugentou o ladrão, preso depois pela Polícia Militar.

Outro caso engraçado ocorreu em novembro de 2006. Um rapaz de 20 anos ficou entalado na chaminé de uma padaria no Jardim Carolina depois de tentar entrar para furtar bebidas. Além de passar pelo constrangimento e ser comparado ao Papai Noel, precisou ser resgatado com um guindaste pelo Corpo de Bombeiros e acabou preso em flagrante.

Algumas ocorrências de estelionato, o popular 171, exigem criatividade de picaretas. Em agosto de 2006, a polícia flagrou Jessé Sabino quando tentava abrir uma conta corrente com nome falso. Ele se apresentava como Ricardo Mansur Junior, nome parecido ao do empresário paulistano Ricado Mansur Filho.

O grupo do falso Mansur foi ousado e fantasiou dois nomes numa transferência de dono de uma empresa de fachada que vendia folheados a ouro. As testemunhas da transação eram Angela Maria (cantora) e Adriana Esteves, conhecida atriz de telenovelas. “Existem estelionatos em que os autores duvidam da inteligência da polícia”, afirmou o delegado Ismael Cavallieri, que investigou o caso.

Estelionatários não poupam nem a Igreja. Em agosto de 2006, um deles aproveitou-se da boa fé de um padre da paróquia São Judas Tadeu e São Dimas, no Jardim Estoril. Autorizado pelo padre, arrecadou R$ 4,2 mil a partir de pedidos em missas depois de sensibilizar fiéis com uma história de que tinha um problema físico nas pernas e precisava ser operado. Usou as pernas para sumir com o dinheiro e sair de Bauru.

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