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05/04/2011 - Diário do Nordeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Sarney diz que comissão vai investigar fraude

Denúncias de servidores do Senado que batiam ponto e iam embora sem cumprir a jornada serão analisadas.

Brasília. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), determinou a criação de uma comissão de sindicância para investigar denúncias de que servidores da Casa estariam fraudando o registro eletrônico de frequência. O colegiado terá 30 dias para analisar os fatos e definir a punição dos envolvidos.

"A comissão de sindicância, ao final dos seus trabalhos, tem competência para propor o arquivamento das denúncias se não verificar elementos de prova ou de culpabilidade, bem como sugerir a aplicação de penas leves como advertência e suspensão funcional de até 30 dias", esclarece a nota oficial divulgada pela Secretaria de Comunicação do Senado. Se houver provas veementes das faltas cometidas, a comissão também pode sugerir a instauração de processo administrativo disciplinar (PAD), culminando na demissão do funcionário, diz o documento.

Denúncias

Na última sexta-feira, o Jornal Nacional veiculou denúncia de que servidores da Casa registram frequência, por meio do ponto eletrônico, e vão embora, sem cumprir a jornada de trabalho. As denúncias põem em xeque o novo sistema de controle biométrico de frequência, em que cada servidor passa um cartão eletrônico para ter as horas de trabalho computadas e registra a impressão digital.

Na última quinta-feira (31), entrou em vigor o sistema de controle biométrico de frequência em que cada servidor deve passar um cartão eletrônico para ter suas horas de trabalho computadas e registrar sua impressão digital.

Questionado sobre a eficácia do ponto biométrico, Sarney assinalou que a adoção do sistema demonstra a intenção do Senado de melhorar o controle de frequência, mas ressaltou que isso depende também da fiscalização. "Evidentemente que deve haver uma conjugação de esforços tecnológicos com a parte humana e os chefes de serviço estão aí para isso", assinalou.

Em um gabinete, uma secretária seria responsável por bater o ponto eletrônico para 20 colegas - que só chegavam à instituição horas depois do início da jornada de trabalho, segundo o Jornal Nacional.

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