Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


ÚLTIMOS TREINAMENTOS DE 2017 SOBRE FRAUDES e DOCUMENTOSCOPIA

Veja aqui a programação dos últimos treinamentos sobre Falsificações e Fraudes Documentais (16/11) e sobre Prevenção e Combate a Fraudes em Empresas (30/11).

Acompanhe nosso Twitter

05/04/2011 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Oscip simulava contrato para desviar dinheiro, diz PF

Por: Antonielle Costa

Oscip, que assessorava prefeituras, também é acusada de peculato; presidente está na cadeia.

A Agência de Desenvolvimento Econômico e Social do Centro Oeste (Adesco) foi alvo de mandado de busca e apreensão, nesta terça-feira (5), em Cuiabá, durante a Operação "Déja Vu II", desencadeada em Mato Grosso e em mais quatro Estados.

Segundo informações da PF, o presidente da entidade, que não teve o nome revelado, foi preso e encaminhado para a Polinter.

Os mandados foram cumpridos da sede da instituição, localizada no bairro Bosque da Saúde, na Capital. No local, foram apreendidos documentos e cinco computadores. A Adesco é suspeita de cometer os crimes de peculato, advocacia administrativa, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Segundo a PF, a Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) presta serviços nas áreas de assessoria administrativa, financeira, ação social e de saúde, em contratos com as prefeituras de Marcelândia (710 km ao Norte de Cuiabá) e Santo Antonio do Leste (379 km ao Sul da Capital). A entidade também presta serviços nos Estados do Acre e Paraná.

O principal meio utilizado para o desvio dos recursos públicos seria a simulação de contratos de prestação de serviços com empresas de consultoria, com igual simulação dos serviços prestados, de forma a gerar despesas fictícias para serem suportadas pelos recursos públicos (emissão de notas fiscais "frias" para falsas consultorias).

De acordo com as investigações, as empresas de consultoria seriam controladas por parentes dos dirigentes ou dos empregados, ou ainda por pessoas interpostas.

Para implementar os crimes, eram falsificados contratos, notas fiscais, relatórios de serviços e ainda os próprios relatórios dos auditores independentes.

Além da simulação de contratos (criação de despesas falsas), foram constatados superfaturamento de serviços médicos, cobrança de valores excessivos a título de taxa de administração (até 22%) e utilização de recursos públicos para despesas e aquisição de material permanente na sede das Oscip's.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 189 vezes




Comentários


Autor e data do comentário: Junior - 08/04/2011 16:38

A matéria ficaria mais interessante se fosse citado os nomes dos envolvidos.



O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2017 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal