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01/04/2011 - Diário do Pará Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Vítimas do 'golpe de emprego'sofrem ameaças


O estelionatário identificado como Ronaldo Ferreira Damasceno, que aplicou golpes do falso emprego em dezenas de moradores da comunidade de Tracuateua da Ponta, do município de Santo Antonio do Tauá, vem ligando para as vítimas fazendo ameaças após a denúncia do caso publicada no DIÁRIO.

Desde que a reportagem foi publicada, o acusado liga para algumas de suas vítimas se dizendo “muito sentido” com o fato de terem denunciado o caso à imprensa. Ele disse que seu “plano” para beneficiá-las era muito bom, mas que acabou não dando certo.

Para outro morador Ronaldo disse que “lamentava ter seu nome divulgado na imprensa e que se sentia acuado”. Ele também perguntou por que os moradores tinham feito aquilo. As dívidas deixadas no comércio local e aproximadamente R$10 mil arrecadados de dezenas de pessoas pela promessa de conseguir um emprego com ganhos de até R$ 14 mil talvez respondessem a pergunta do acusado.

GOLPES

Ronaldo Damasceno, como se identificou aos moradores, passou cerca de duas semanas na localidade de Tracuateua da Ponta. Nesse período, fez várias dívidas com comerciantes locais, tendo uma microempresária sido levada à falência pelas dívidas deixadas pelo estelionatário. Além dos prejuízos, ele arrecadou o valor de R$100,00 de dezenas de moradores de Tracuateua e também da comunidade do Borralho. Especula-se que Ronaldo tenha arrecadado algo em torno de R$10 mil das vítimas.

Ao ser cobrado dos primeiros “salários”, Ronaldo começou a adiar as datas dos “pagamentos”. Quando a situação estava à beira de se tornar insustentável, Ronaldo fugiu durante a madrugada e desde então não foi mais visto. Ele só voltou a dar notícias após as denúncias feitas ao DIÁRIO.

Segundo uma das vítimas, O acusado se disse triste com tudo o que aconteceu, mas que ele poderia se vingar de quem o denunciou à imprensa e à polícia, pois vários moradores registraram ocorrência contra ele na delegacia de Tauá. Quando foi avisado que o delegado Eder Mauro estava investigando o caso e que estava indo para Tracuateua, Ronaldo desligou rapidamente o telefone. (Diário do

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