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31/03/2011 - Agência RBS / Diário Gaucho Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícias prometem providências após flagrante de venda de atestados médicos falsos na Capital

Por: Eduardo Matos

Reportagem da Rádio Gaúcha comprou o documento em frente ao Camelódromo por R$ 30.

A Polícia Civil pretende abrir inquérito e a Brigada Militar promete providências sobre o flagrante da venda de atestados médicos no Centro de Porto Alegre. Nas imediações do Camelódromo, a reportagem da Rádio Gaúcha comprou documento pelo valor de R$ 30. O crime ocorre a poucos metros dos policiais militares que fazem a segurança da região, na Rua Voluntários da Pátria.

Com microfone escondido, a reportagem abordou uma mulher que entregava panfletos. Perguntada sobre onde conseguir, ela respondeu:

"É com esses aí que vendem celular. Sei que têm, mas não sei quem."

Mais adiante foi feito contato com um dos homens que ofereciam celulares. Ele chamou um amigo, que confirmou conseguir atestados. Como recebeu uma nota de R$ 50, trocou o dinheiro em um bar e entregou o troco ao repórter.

Na despedida, garantiu que sempre está no mesmo local.

— Estou sempre na frente do bagulho ali. É só chegar que consigo mais — disse o homem.

A venda ocorre a poucos metros de quem faz a segurança da região. O repórter da Rádio Gaúcha chegou a contar 18 passos entre o local onde os atestados são vendidos e o lugar onde estavam policiais militares.

O comandante do 9° Batalhão da Brigada Militar admite dificuldades de flagrar este tipo de crime em razão da grande circulação na região. O tenente-coronel Rogério Maciel, no entanto, prometeu providências.

O presidente do Conselho Regional de Medicina, Fernando Matos, conta que tem sido comum empresas ligarem para a entidade desconfiando de atestados apresentados por funcionários.

O atestado adquirido pela reportagem será entregue à Polícia. Trata-se de um papel com o carimbo de um médico que não existe e um registro profissional que inclusive está cancelado junto ao Cremers. O Hospital de Clínicas de Porto Alegre ficou de informar as providências que tomará pelo uso do nome da instituição.

A 17ª Delegacia de Polícia vai abrir inquérito para investigar o caso.

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