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30/03/2011 - Diário Catarinense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Clientes também teriam sido enganados


O chefe do Departamento de Combate a Fraudes do Consulado dos Estados Unidos no Brasil, Amir Masliyah, explica que a fraude foi descoberta a partir da prisão de várias pessoas em São Paulo e Brasília. Elas teriam apresentado documentos falsificados durante a entrevista nas embaixadas.

Além disso, desde 2007 os consulados observam problemas na autenticidade dos documentos, em razão de repetições dos números de série com titulares diferentes, e durante as entrevistas os cidadãos apresentavam respostas incoerentes com a documentação.

O consulado acredita que muitas das pessoas que procuraram os serviços da quadrilha chegaram a ser ludibriadas. Os criminosos os faziam acreditar que com a documentação verdadeira o comprador não conseguiria obter o visto.

Comprovar propriedade ajudaria a obter o visto

Conforme o delegado que investiga o caso, Airton Ferreira, a intenção de muitos dos clientes que não tinham muitos bens, mas que queriam viajar, era provar que possuíam propriedades em seu país de origem e fazer com que os consulados não pensassem que permaneceriam no exterior.

– Eles faziam os preços conforme o perfil do cliente que os procuravam. Em alguns casos, o grupo demorava até um ano para entregar os documentos ou o passaporte e o preço variava – afirma Ferreira.

De acordo com o delegado da Polícia Federal de Criciúma, Edgar Butze Grüdtner, os custos com pedido de visto e o passaporte não ultrapassam cerca de R$ 500, enquanto que os fraudadores chegaram a cobrar R$ 30 mil pelos documentos.

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