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28/03/2011 - Expresso MT Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Associação de juízes pede punição a responsáveis por fraude

Presidente da Ajufer diz que entidade teve mais de 700 contratos fraudados. Nomes de 140 juízes teriam sido usados em falsos empréstimos, afirmou.

O presidente da Associação dos Juízes Federais da 1ª Região (Ajufer), Roberto Veloso, disse nesta segunda-feira (28) que espera que os responsáveis por um suposto esquema de fraude que deixou um prejuízo de mais de R$ 21 milhões à entidade sejam rapidamente punidos.

Cerca de 700 dos 810 contratos que foram firmados pela Ajufer com a Fundação Habitacional do Exército, no período de 2005 a 2009, apresentaram irregularidades, segundo a associação. Nomes de pelo menos 140 juízes foram utilizados de forma irregular para a obtenção de empréstimos.

"Não reconhecemos esses valores, já que os contratos foram fraudulentos. Não podemos pagar o que não nos pertence. Na verdade, esperamos que o Tribunal da 1ª Região e o CNJ [Conselho Nacional de Justiça] punam os responsável da forma mais rápida possível, para que fraudes desse tipo não se repitam", disse o presidente da Ajufer.

Segundo Veloso, a fraude foi descoberta em novembro de 2009, quando a fundação do Exército suspendeu os contratos com a entidade dos magistrados após constatar irregularidades. Nomes de juízes estavam sendo utilizados como laranjas para a obtenção de contratos. A denúncia feita pela Ajufer foi encaminhada para o tribunal e para o CNJ.

De acordo com o presidente, um dos principais pedidos da Ajufer é saber o destino dos recursos retirados por meio dos empréstimos. Segundo Veloso, o primeiro contrato frauduleto é de maio de 2005, um mês depois de a Ajufer ter firmado o convênio com a fundação do Exército. Pelo contrato, magistrados federais da 1ª região poderiam retirar empréstimos no valor de até R$ 20 mil, com as parcelas descontadas em folha de pagamento.

Apenas 40 juízes utilizaram o empréstimo de 2005 até 2009. Os 140 que tiveram o nome usado como laranja para a fraude não tiveram os valores descontados em folha de pagamento. O presidente da associação não descarta o envolvimento de magistrados nas fraudes.

"Precisamos que as punições sejam feitas de forma rápida. Já houve casos de juízes serem afastados por problemas. Se este for o caso, que os responsáveis sejam punidos", afirmou.

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