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29/03/2011 - Diário do Pará Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Comunidade levada na lábia por estelionatário


Diz o ditado que a “ganância cega o homem”, e em um caso específico, quase uma comunidade inteira. Foi pela arte do trambique aliada à ganância desmedida de suas vítimas que um estelionatário conseguiu ludibriar dezenas de pessoas da comunidade de Tracuateua da Ponta e Borralho, no município de Santo Antonio do Tauá. Identificado como Ronaldo Ferreira Damasceno, ele aplicou golpes, fez dívidas nos comércios locais e deixou um rastro de prejuízos usando apenas boa conversa. Ontem, o caso foi relatado na delegacia de Santo Antonio do Tauá, mas até o momento ninguém tem notícias de Ronaldo.

A promessa de um salário em torno de R$ 14 mil mediante o pagamento de apenas R$ 100 foi a forma que Ronaldo usou para ludibriar as vítimas e levantar quase R$ 10 mil em dinheiro, além de deixar dívidas entre pequenos empresários da localidade. Um estabelecimento foi à falência devido aos prejuízos deixados pelo trambiqueiro.

Tracuateua é uma pequena comunidade cuja principal atividade econômica é a produção de maniva pré-cozida e farinha de mandioca. A hospitalidade que é a marca de seus habitantes permitiu a ação de Ronaldo. Ele chegou à localidade na época do carnaval, junto com uma moradora local, identificada com nome fictício de Maria. Ela possui uma loja em Belém e Ronaldo se apresentou a ela como sendo seu “primo”. Só depois ela entendeu o golpe. Ronaldo esteve na loja um dia antes e ouviu uma conversa dela ao telefone com um parente e a partir daí obteve informações que foram usadas para enganá-la.

Estava aberto o caminho para o golpe de Ronaldo. Nos 15 dias que passou no local, fez amizades e aos “amigos” fazia uma proposta irrecusável: Ele se dizia filho do falecido empresário Luis Rebelo, proprietário da empresa Rebelo Indústria Comércio e Navegação (Reicon), morto em um acidente aéreo em janeiro de 2010, e sobrinho do prefeito de Portel.

Ronaldo prometia um salário de R$ 14 mil, sem que houvesse a necessidade de sequer trabalhar para ganhar o beneficio. Bastava apenas pagar a ele a quantia de R$ 100,00. “Teve gente sonhando em comprar carro, central de ar para casa. Tudo por conta do dinheiro que iam receber”, conta um morador. Quando percebeu que as cobranças estavam aumentando e o prazo para os primeiros pagamentos já haviam se esgotado, Ronaldo disse que viria até Belém para dar andamento nos processos de pagamentos. Ele deixou Tracuateua na madrugada de quinta-feira passada e desde então sumiu. Os telefones dados por ele também não atendem as ligações. O medo maior das vítimas é que as cópias dos documentos entregues a ele sejam usados em fraudes bancárias e comerciais.

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