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24/03/2011 - O Dia Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

CPI ouvirá promotor sobre fraude de carteirinhas estudantis


Rio - A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que apura a emissão de carteirinhas estudantis falsas ouvirá, na próxima quinta-feira, o promotor Rodrigo Terra que esteve à frente da investigação do Ministério Público do Estado que, em 2007, apurou o crime no estado. A sugestão, dada pelo relator da CPI, deputado Gustavo Tutuca (PSB), foi acolhida pelos membros e elogiada pelo presidente do grupo, deputado Rafael Picciani (PMDB).

“Sua vinda antes dos depoimentos dos demais agentes envolvidos nessa questão, como empresários, produtores e estudantes, representará um avanço nas investigações, porque poderemos partir das muitas informações já colhidas pelo promotor”, argumentou.

Além desse encontro, já foram agendados outros três: no dia 7 de abril, com entidades de representação estudantis, como a União Nacional dos Estudantes (Une) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), e no dia 14, com empresários.

Já no dia 28 será realizada uma grande audiência, com todos os afetados pelas falsificações. “A busca da CPI será a da manutenção de um direito que está em risco”, afirma Picciani, que se posiciona favorável à volta da centralização das emissões das carteirinhas pela Une e Ubes. “Naquele momento, havia possibilidade de controle. Hoje não há mais”, alega.

O grupo também discutiu o início do trabalho investigativo, voltado ao controle dos crimes de falsificação, a ser desenvolvido com o auxílio de denúncias que a CPI pretende receber. O grupo estudará a criação de uma linha para ligações gratuitas e também o uso da internet. “A população já tem nos procurado. Precisamos aproveitar esse potencial de informação para abastecer nossa investigação sobre os criminosos”, disse Tutuca.

Picciani, que afirma já ter tido informação de pontos de venda dos documentos falsos, não descarta a possibilidade de fazer vistorias. “Com o desenrolar do trabalho de investigação veremos as demandas que surgem,mas é possível, sim, que a CPI sinta a necessidade de ver de perto locais onde o crime é praticado”, confirmou.

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