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01/08/2007 - SEGS Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Mensurar riscos para gerir melhor


Gestão de riscos é atualmente um item fundamental na definição do rating (colocação) de uma empresa no mercado. E é exatamente por conta disso que as empresas de capital fechado estão cada vez mais preocupadas com as melhores práticas internas para se enquadrar às exigências do mercado externo.

"A mensuração dos riscos ajuda o mercado externo a ter uma idéia exata do real aproveitamento da empresa", disse Anselmo Bonservizzi, sócio de gestão de risco da Deloitte Touche Tohmatsu durante a palestra ?Inteligência em Gestão de Riscos e Auditoria Interna? no Seminário de Controles Internos, Auditoria e Gestão de Riscos realizado nos dis 26 e 27 de julho, em São Paulo pela Fenaseg.

Segundo ele, para que a seguradora acompanhe os direcionamentos do mercado externo existem três pontos importantes a serem observados e seguidos: regulamentação, o próprio mercado externo (no caso a concorrência) e o que está sendo feito internamente para atender a exigências do mercado. Bonservizzi afirma que os próprios executivos já se conscientizaram de que o principal benefício de uma auditoria interna é a identificação e a possibilidade de gerenciamento de riscos que resultam no melhor rating da empresa.

O especialista destaca que o que destrói o valor dentro de uma empresa nos dias de hoje é que todas as companhias estão sempre expostas a mais de um risco, muitas vezes difíceis de detectar. Ele usa como exemplo o caso das torres gêmeas do World Trade Center em Nova Iorque. Apenas uma das torres estava assegurada em caso de colapso, nunca se imaginou que um evento como os ataques terroristas poderiam acontecer e arrebatar as duas torres ao mesmo tempo. "Isso foi uma avaliação incorreta de riscos? Não, por isso mesmo chegamos à conclusão que não se pode fazer uma gestão de riscos limitada, apenas do operacional", afirmou.

Uma das sugestões dadas por Bonservizzi para melhor mensurar os riscos internos é a criação de um dicionário de riscos corporativo e a análise dos mesmos. No dicionário seria possível relacionar todos os riscos possíveis aos quais a empresa esta exposta, gerando assim uma visão corporativa padronizada. Já a análise dos riscos pode ser feita em cima de um balanço dos pontos em que os concorrentes estão melhores que a sua empresa. Essa análise pode ser feita de maneira simples, utilizando-se apenas das informações públicas disponíveis.

O executivo Anselmo Bonservizzi conclui dizendo que todo o controle interno tem dois lados: o preventivo e o perceptivo. O primeiro auxilia na identificação da vulnerabilidade e o segundo na localização de focos de fraudes.

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