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15/03/2011 - O Estado de São Paulo / Ag. Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Espionagem na Renault vira caso de fraude

Carlos Ghosn, presidente do grupo, pede desculpas a executivos demitidos e, pela falha na condução do processo, abre mão dos bônus recebidos em 2010.

O caso de espionagem na Renault, que veio à tona no início deste ano e levou à demissão de três executivos acusados de vender segredos da empresa, teve uma grande reviravolta. Um juiz de instrução francês anunciou no domingo ter aberto uma ação judicial contra Dominique Gevrey, o encarregado de segurança da Renault que deu origem às acusações de espionagem.

Gevrey foi detido na sexta-feira, quando se preparava para viajar para a Guiné. Ele foi interrogado por 48 horas pelos policiais da Direção Central de Investigações da França (DCRI). Em seguida, foi preso. A suspeita agora é que a Renault foi, na verdade, vítima de uma fraude.

O caso já teve repercussões na cúpula da montadora. Ontem, o presidente franco-brasileiro da Renault, Carlos Ghosn, disse ter recusado o pedido de demissão de seu número dois, o diretor-geral Patrick Pélata - pedido motivado pela demissão equivocada dos três executivos.

Ghosn disse à emissora TF1 que ele e Pélata devolverão seus bônus referentes a 2010 e a montadora francesa revisará seus procedimentos de segurança em meio ao escândalo. Afirmando que os diretores demitidos poderão retornar à empresa ou serem compensados, Ghosn acrescentou que a Renault tomaria medidas disciplinares contra três funcionários da segurança envolvidos no escândalo. Ghosn e Pélata informaram também que encontrarão os diretores envolvidos e farão as "reparações" o mais rápido possível.

China. Quando surgiram as primeiras informações sobre o caso de espionagem, as suspeitas eram de que grupos chineses estariam envolvidos no esquema. Para obter detalhes de projetos relacionados a carros elétricos da empresa francesa, os chineses teriam corrompido uma empresa sistemista, e esta, três executivos da direção do grupo, segundo informações publicadas à época pelo jornal Le Figaro e confirmadas por Bernard Carayon, deputado da UMP - partido de Nicolas Sarkozy - e especialista em inteligência econômica. "As suspeitas vão nessa direção", afirmou à época. "A Renault de fato suspeita de um ator (grupo empresarial) chinês."

A eventual espionagem se referia ao programa de carros elétricos, no qual a Renault investiu 4 bilhões junto com a associada japonesa Nissan. As suspeitas provocaram uma furiosa negativa por parte da China.

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