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01/08/2007 - Rádio Criciúma Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe para ter visto norte-americano acaba em prisão


O sonho de viver nos Estados Unidos acabou na 5ª DP (Gomes Freire) para a piauiense Francinária Alves da Silva, 27 anos. Ela foi detida nesta semana no consulado norte-americano, na Av. Presidente Wilson, Centro do Rio, quando apresentou documentos falsos - contracheque e declarações de que cursa o 5º período de Pedagogia, de imposto de renda e de movimentação de conta bancária.

Desde fevereiro, os agentes da delegacia investigam uma quadrilha especializada em falsificar documentos para quem quer tirar o visto para viajar para os Estados Unidos.

Na delegacia, Francinária foi autuada por uso de documento falso, cuja pena varia de dois a seis anos de prisão.

Até agora, 16 pessoas já foram indiciadas por uso ou falsificação de documentos.

De acordo com o delegado Ricardo Codeceira, quadrilhas que cometem esse tipo de crime atuam no Rio, Minas Gerais e Espírito Santo. Geralmente, os integrantes dos bandos colocam anúncios em jornais oferecendo o serviço de retirada de visto. “Vamos enviar cópia dos casos para os outros estados”, afirmou.

De R$ 1,2 mil a R$ 4 mil

Em 13 de fevereiro, 10 pessoas, entre elas duas crianças, todas do Espírito Santo, foram flagradas com documentos falsos quando davam entrada no procedimento para obter o visto no consulado do Rio. Para conseguir o material falsificado, elas pagaram em média R$ 1.200. Uma mulher do Paraná que recebeu a documentação pelo correio chegou a desembolsar R$ 4 mil. Entre os documentos falsos apresentados estão contracheques de grandes empresas e bancos, o que diminui as suspeitas.

Segundo a assessoria de imprensa do Consulado dos Estados Unidos no Rio, o órgão conta com equipe especializada em detectar fraudes na documentação. Em caso de suspeita, os candidatos são levados à delegacia.

A representação diplomática ressaltou também que o Brasil não tem cota especial para emissão do visto permanente. Só no ano passado, de acordo com o consulado, foram emitidas 300 mil autorizações em todo o País.

"Eu só queria tentar a sorte"
Trabalhando como babá por um ano, Francinária economizou R$ 2 mil. Foi esse o valor que ela disse ter pago para conseguir os documentos falsos, como contracheque de R$ 3.200. “Eu só queria tentar a sorte na vida”, desabafou, chorando, a piauiense, que morava em São Paulo.

A polícia encontrou um apartamento em um prédio na Rua São João, Niterói, que seria usado como base pela quadrilha. Segundo a polícia, era lá que ficavam as pessoas vindas de outras cidades e estados, inclusive Francinária. Foram apreendidos carteiras de identidade e contracheques em nome de várias pessoas e correspondências de empresa de turismo com endereço na Av. Rio Branco, Centro do Rio.

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