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15/03/2011 - 24 Horas News / Só Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Novo conselho investigará oficiais acusados de grilagem de terras em MT


O governador Silval Barbosa determinou que um novo Conselho de Justiça deverá ser formado para investigar as condutas do coronel Elierson Metello de Siqueira, coronel Adaildon Evaristo Moraes Costa, major Wlamir Luiz Gama de Figueiredo, major Joseì Carlos de Moraes, capitão Robson de Oliveira Curi, acusados de integrarem grupo criminoso que teria participação em grilagem de terras na região do Araguaia. Na época, a Justiça Federal decretou 19 mandados de prisão temporária, 24 mandados de busca e apreensão e a determinação seqüestro de bens e valores dos envolvidos.

O atual conselho de justificação foi declarado nulo pelo governador por conter falhas. Este conselho formado para julgar as ações dos militares sugeria a extinção do processo e consequentemente o arquivamento do processo contra os oficiais. "A vista do farto material constante dos autos, a ausência da entrega do Libelo Acusatoìrio pela Comissão não se justifica, e constitui motivo para naÞo concordar com a extinçaÞo dos autos e seu arquivamento. Devendo ser devidamente apuradas as condutas possivelmente cometidas pelos Justificantes", destaca o despacho do governador publicado no Diário Oficial do Estado, que circula hoje.

O grupo foi preso na operação Pluma da Polícia Federal em julho do ano passado. Os oficiais da PM foram acusados de receber R$ 5 milhões em propinas dos envolvidos em grilagem de terras do Governo e de particulares, fraudes de títulos, tentativa de homicídios.

A área de atuação eram os municípios do “Vale do Araguaia”, destacando-se a atuação em Vila Rica, Santa Cruz do Xingu, Confresa, Porto Alegre do Norte, Ribeirão Cascalheira, Alto Boa Vista e São Félix do Araguaia, entretanto, também contribuíram para o fomento das atividades criminosas empresários, supostos policiais militares e pistoleiros do Estado de Goiás e financiadores do Distrito Federal, todos interessados nas vastas e producentes áreas de terra da região.

O grupo de oficiais - com auxílio de outros - promovia a expulsão de assentados de áreas já destinadas à reforma agrária e posterior emissão de títulos de domínio falsos, sempre com o claro intento de obter indenização do poder público pela desapropriação de áreas inexistentes.

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