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09/03/2011 - RCM Pharma Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Portugal é país europeu com mais fraudes na Saúde


Estima-se que em Portugal a fraude no sector da Saúde custe ao Estado mais de 800 milhões de euros por ano. Os dados são revelados pela Rede Europeia de Combate à Fraude e Corrupção no sector da Saúde (EHFCN) e citados pelo Correio da Manhã.

A EHFCN fez uma radiografia das burlas em Saúde em 23 países. Portugal surge no topo do ranking com 839 milhões de euros de fraude estimada, seguido pela Finlândia com 722 milhões de euros, e Irlanda, com 709 milhões de euros. Esta entidade revela ainda que as fraudes resultam da actividade de vários intervenientes: desde o doente ao médico, passando pelos fornecedores de serviços, farmacêuticos, laboratórios e instituições que prestam cuidados de saúde, escreve o CM.

Em Portugal, foi recentemente descoberta uma burla de 1,2 milhões de euros: as receitas eram falsificadas e o nome dos doentes usado indevidamente. Em causa estavam remédios comparticipados pelo Estado. Foram investigados 14 médicos – alguém falsificou a assinatura de onze dos clínicos.

Segundo Paul Vincke, presidente da EHFCN, o dinheiro que se perde diariamente com as fraudes na Europa dava para pagar um ano de salários a 2,5 milhões de enfermeiros. "O que pretendemos é sensibilizar os doentes, profissionais de saúde e fornecedores para a necessidade de prevenir as fraudes. Apesar dos sistemas de saúde serem diferentes, é possível travar a fraude. O que se perde para as fraudes é dinheiro que mais tarde não existe para tratamentos".

Consulta de gravidez aos 80 anos

A fraude mais comum nos países europeus é a apresentação, aos serviços estatais ou seguros privados de saúde, de facturas de tratamentos que nunca foram efectuados ou com duplicação de valor. De acordo com a Rede Europeia de Combate à Fraude e Corrupção no sector da Saúde, há outros exemplos: na Alemanha, um médico pediu um reembolso de uma consulta de gravidez de uma doente com 80 anos. Em Espanha, um farmacêutico falsificou centenas de receitas alterando os nomes dos medicamentos – mudou o receituário para remédios mais caros. Em França, há registo de um paciente que foi reembolsado doze vezes pelo mesmo tratamento. Em Portugal, segundo uma auditoria da Inspecção das Finanças, uma mesma receita era aviada de forma fictícia várias vezes, em farmácias diferentes.

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