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10/03/2011 - O Dia Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia prende filha e vai atrás de mãe estelionatária

Por: Maria Inez Magalhães

Dupla usava nome de chanceler para aplicar golpes em comerciantes portugueses.

Rio - Há pelo menos oito meses o nome de Maria José da Piedade Nunes da Silva, chanceler do Consulado de Portugal, estaria sendo usado pela portuguesa Ana Rosa Esteves Resende, de 60 anos, para aplicar golpes em compatriotas. O esquema é investigado há três meses pela 41ª DP (Tanque), que prendeu ontem a filha de Ana Rosa, Giselle Resende dos Santos, 25, na hora que recebia R$ 450 de uma vítima.

Com sete passagens pela polícia desde 2002, quatro por estelionato, Ana Rosa teria aplicado golpes em cerca de 300 pessoas, sendo que em pelo menos cinco delas usou o nome da chanceler. Ana Rosa, que agiria com frequência nas zonas Oeste e Norte do Rio de Janeiro, não foi encontrada.

JULGAMENTO

Ana aguarda julgamento em liberdade. Os R$ 450 que Giselle receberia eram a primeira parcela de um acordo que teria sido feito com um comerciante. De acordo com as investigações, Ana Rosa teria prometido conseguir resolver um problema com um inquilino dele em Portugal. Pelo serviço, ela teria cobrado R$ 4,5 mil divididos em 10 parcelas.

O delegado-assistente da 41ªDP, Pablo Sartori, contou que Ana Rosa dizia conseguir ainda dupla nacionalidade e até elucidar inventários em Portugal. Já Giselle, para a Polícia Civil, era a responsável por pegar o dinheiro e documentos das vítimas e levar contratos falsos para eles assinarem.

Ainda de acordo com Sartori, Ana Rosa se aproximava de seus alvos frequentando padarias e mercados cujos donos são portugueses.

“Ela oferecia os serviços quando alguém contava que tinha algum problema em Portugal. Como usava o nome verdadeiro da chanceler e tem sotaque português, convencia as pessoas”, explicou o policial.

Ele contou que uma vítima procurou a delegacia após desconfiar de Ana Rosa, que disse ter ido a Portugal. “Segundo a vítima, Ana Rosa contou que a casa dela estava em perfeitas condições, o contrário que disse o cunhado, que mora em Portugal. O comerciante também esteve com a chanceler e viu que ela não era a mesma pessoa com quem havia feito o acordo”, contou Sartori.

Segundo ele, esse mesmo comerciante pagou a Ana Rosa R$ 3 mil para que ela conseguisse dupla nacionalidade. Em 2005, ela recebeu de um português para aposentá-lo R$ 2 mil e 5 mil euros. Na época, ela se passava por funcionária do consulado.

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