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04/03/2011 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia Civil "estoura" fábrica de CNH e de Identidade

Falsário entregava carteira de motorista em apenas uma semana; ele foi preso em Várzea Grande.

Policiais civis fecharam, na manhã desta sexta-feira (4), uma verdadeira fábrica de documentos falsos, no bairro Jardim Maringá II, em Várzea Grande. No local, os policiais prenderam o vendedor Rubens dos Santos Carvalho, 37. Ele foi autuado por estelionato.

Com ele, foram apreendidas mais de 40 cédulas em branco para falsificação de identidades, 20 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) em branco, carteira funcional da PM, além de 32 CNHs constando foto e dados de supostos clientes, que poderão responder por uso de documento falso, uma vez que sabiam se tratar de crime, ao encomendarem as habilitações.

Um carimbo da Coordenadoria de Perícia Técnica foi encontrado com o golpista.

Os policiais acreditam que Rubens fornecia uma CNH falsa em até uma semana, conforme MidiaNews revelou no início da semana. Um rapaz foi preso com uma CNH falsificada e disse que pagou R$ 800 pelo documento.

Segundo os policiais, assim que verificaram a pasta que ele levava consigo, encontraram os documentos falsificados ou em branco. Para realizar as falsificações, o acusado utilizava um programa de computador e espelhos de cada modelo para reprodução de cópias. A partir, o golpista tinha condições de reproduzir dezenas de cédulas em branco, prontas para a falsificação.

Com Rubens, foram localizadas oito identidades falsas, todas com sua foto, mas dados de filiação e nomes diferentes. "Só conseguimos ter certeza de que o nome dele é Rubens porque, dentro da pasta, tinha um alvará de soltura de cerca de 4 meses", disse o chefe de Operações, policial civil Vanderlei Nascimento, que comandou as investigações.

Os policiais chegaram até o falsário após investigarem uma denúncia de venda de carteira de motorista falsa, no bairro Pedra 90.

Na casa, os policiais apreenderam também três aparelhos de TV de tela grande e um revólver, além de aparelhos automotivos. Para os policiais, os produtos foram comprados no mercado pelo golpista com o uso de documentos falsos.

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