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03/03/2011 - JC Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Advogadas são suspeitas de falsificar documentos de presos no Recife


Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate a Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) realizaram, na manhã desta quinta-feira (3), buscas nas residências de duas advogadas suspeitas de falsificação de documentos de presos que atuavam em quadrilhas do Nordeste.

Nos dois apartamentos vistoriados, localizados em Piedade, Jaboatão dos Guararapes, foram apreendidos computadores, celulares, pen drives, documentos e carteiras profissionais com suspeita de adulteração. Um carro também foi averiguado. Os trabalhos contaram com apoio da Polícia Militar - com 27 policiais - e foram acompanhados por quatro advogados da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB/PE).

De acordo com o Gaeco, as investigações apontaram que as advogadas em questão atuavam como defensoras de acusados de integrar quadrilha de assaltantes que age nos estados do Nordeste e que vários documentos foram falsificados com a finalidade de obter a absolvição e a liberdade desses presos. Há informações de que uma delas, inclusive, utilizava carteira profissional falsa, apresentando-se com duas inscrições da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pertencentes a outras pessoas. Também possuía duas identidades, três CPF’s cancelados, fornecia
endereços inexistentes de casa e do escritório e também é acusada de praticar extorsão contra familiares de presos.

O grupo identificou processos nas Varas Criminais do Recife, Jaboatão dos Guararapes e Paudalho e na Vara das Execuções Penais, nos quais as falsificações foram confirmadas. Até o momento, não há ainda comprovação da soltura de preso beneficiado com a fraude.

As advogadas não estavam nos imóveis e, por enquanto, não há nenhum mandado de prisão expedido contra elas.

O material recolhido será averiguado para que as providências sejam tomadas. O Gaeco não descarta a possibilidade de participação de outras pessoas nas fraudes e que a organização criminosa tenha também atuado em outros Estados.

GAECO - Também conhecidos como "promotores sem rosto", o Gaeco atua dentro do Ministério Público de Pernambuco investigando e combatendo organizações criminosas.

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