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03/03/2011 - Comunidade News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Autoridades americanas desbaratam quadrilha de falsificação de documentos

Na “Operação Falange” foram presas dezenas de pessoas em 11 estados norte-americanos.

Membros de uma organização com base no México foram indiciados por um júri federal americano. Segundo as autoridades, trata-se de uma grande quadrilha especializada em falsificação de documentos.

De acordo com a WECT News, quase 24 pessoas foram acusadas formalmente. O esquema foi descoberto durante a chamada “Operação Falange”. Conforme as autoridades, a organização tem pontos em 19 cidades americanas, incluído Wilmington (NC) e em 11 estados. Um deles é Connecticut.

Os membros são acusados de criar identidades falsas para imigrantes ilegais, além de bater nos concorrentes e sequestrá-los. No mínimo uma vez houve um assassinato. Segundo o ICE (agência de imigração), a organização é conhecida por aplicar a violência para disciplinar os próprios membros.

Em uma entrevista coletiva realizada na quinta-feira (24), Barbara Gonzalez, do ICE da Carolina do Norte divulgou que agentes especiais do ICE e da Homeland Security Investigations emitiram um mandado de busca e apreensão, como parte das investigações. Como resultado, Carlos Arroyo-Pantoja foi preso em Wilmington.

Ainda conforme Gonzalez, as investigações tiveram a assistência do Departamento de Polícia de Wilmington, do Escritório do Xerife do Condado de Hanover e do Departamento de Veículos Automotores (DMV) da Carolina do Norte.

“O indiciamento retrata uma organização criminal que usa de violência brutal para eliminar rivais, proteger o seu território e impor disciplina contra seus próprios membros, disse o procurador MacBride.

O perigo das fraudes

John Morton, diretor do ICE, declarou que os documentos falsos dão às pessoas uma aparência de status legal no país, consequentemente proporcionado aos imigrantes oportunidades que eles não tem direito.

“Fraude de documentos não envolve somente papéis. O comércio de fraude de documentos, o qual pode ser perigoso e envolver violência e o uso de armas letais, chama a atenção da Homeland Security Investigations”, disse Morton.

Segundo o documento de acusação formal, a quadrilha nos Estados Unidos é gerenciada por Israel Cruz Millan, 28. Conhecido como “El Muerto”, ele é o responsável pela supervisão de organizações que fabricavam identidades falsas para imigrantes ilegais, presentes em quase 12 estados americanos.

De acordo com o ICE, El Muerto encarregava um gerente em cada cidade de distribuir cartões de visita da organização, e ajudava a facilitar as transações com os clientes. O homem é ainda acusado de ficar em contato regularmente com os gerentes, via telefone celular, além de ter um controle acirrado das atividades da organização.

O valor dos documentos falsos variava de lugar para lugar, mas os cartões de Social Security normalmente eram vendidos de $150 a $200, segundo o ICE. Mais de $1 milhão foi enviado ao México, de janeiro de 2008 a novembro de 2010, conforme a acusação formal.

Em novembro último, 28 membros da organização foram presos, acusados de conspiração para produzir e transferir documentos de identidades falsas, e conspiração para lavagem de dinheiro. Cinco deles confessaram a culpa pela acusação de identidades falsas. Vinte e dois dos 28 membros foram acusados de conspiração para crime organizado.

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